Usina de Letras
Usina de Letras
30 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 63876 )
Cartas ( 21386)
Contos (13324)
Cordel (10376)
Crônicas (22605)
Discursos (3260)
Ensaios - (10891)
Erótico (13607)
Frases (52403)
Humor (20248)
Infantil (5708)
Infanto Juvenil (5075)
Letras de Música (5465)
Peça de Teatro (1389)
Poesias (141239)
Redação (3393)
Roteiro de Filme ou Novela (1066)
Teses / Monologos (2447)
Textos Jurídicos (1984)
Textos Religiosos/Sermões (6454)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Poesias-->Tempo sem asas -- 31/12/2003 - 02:54 (Georgina Albuquerque) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Os ponteiros azuis,

pássaros que foram um dia,

voavam livres

e ansiavam pelo vento

que revolvia o trigal.



Relógios falidos,

engrenagens dentadas

agora são serrilhas

de asas cortadas.

As horas já não contam,

apenas claudicam

e apontam para um tempo

de garrote nas veias.



Cristaliza-se o escarlate

e as passagens ficam, abatidas,

imóveis num campo,

sem marcha e partida.

Não oscilar

como uma nota aflita,

negar paixão,

onde se enxerga vida.



A desistência cega

do melro entristecido,

o adeus ao tempo

de horas marcadas,

a dispensa de cucos e badalos

- o vôo esmorecido!



Sono profundo,

ruído avança, insistente,

e destroça os ouvidos:

- é o despertador...

a hora é de acordar!





Obs. Poema dedicado ao meu amigo Mauro de Oliveira em 30/12/2002.





























.
Comentarios
O que você achou deste texto?     Nome:     Mail:    
Comente: 
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui