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Poesias-->Paris, -- 09/01/2004 - 11:47 (Roberto Cursino de Moura) |
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Colorido mosaico,
Enigma descomunal,
A um só tempo
Singela e sofisticada,
Acolhedora e arrebatadora,
Velha e nova,
Possuída e possuidora.
Você construiu,
De todas as formas, uma só forma,
Você fez,
De todas as cores, uma só cor,
Você criou,
De todas as línguas, uma só língua.;
De todos os perfumes, um só perfume.
O preço do seu ecletismo
É que já não pertence à França,
Você agora pertence ao Mundo!
Você tem
A chave de todos os segredos,
O aroma de todos os perfumes,
O espírito de todos os vinhos,
A paixão de todos os amores,
O sabor de todos os pratos,
A nacionalidade de todos os países.
Nas suas ruas
Nada é estranho,
Nem o homem do realejo,
Nem o casal de velhos violinistas,
Nem o saxofonista do metrô,
Nem retratistas de aluguel,
Nem casais enamorados,
Nem turistas deslumbrados.
É bela a Torre Eiffel
Vista do “Bateau Mouche”
É belo o Arco do Triunfo
Visto da avenida dos “Champs Elisées”,
E o Louvre, para quem o mira das Tulherias.
É belo, da Concórdia,
Num giro de trezentos e sessenta graus,
A visão panorâmica que se nos depara.
Paris!
L’amour, toujour l’amour!
Tu es la vie en rose!
Paris!
Je t’aime!
rcursinomoura@yahoo.com.br |
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