Porém, nem o caçador nem Marke foram enganados. Quando o Rei os vê ainda dormindo separados pela espada de Tristan, ele é movido profundamente pela visão, e sua paixão por Isolda cintila novamente. Os amantes são chamados novamente para a corte, mas, não muito longe dali, o Rei os acha em um jardim, dormindo juntos. Tristan foge e depois de uma visita aos territórios de seu pai, ele se une a Kaedin em Arundel. Lá, Isolda das Mãos Brancas, a irmã de Kaedin, o atrai, e Tristan, em total solidão, é levado a lembrar da beleza de Isolda. O afeto dele por ela nos deixa pasmados pelo tanto que a visão dela mantém nele a dor de separação. Ele deriva prazeres desta ambivalência (ll. 18965-18992), ecoando assim, em Isolda, a confusa partida de Tristan: