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Poesias-->REFÉM DA SOLIDÃO (SONETO) -- 27/03/2004 - 11:42 (Mario Roberto Guimarães) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Estou distante de ti, solitário,

Longo há de ser o dia que começa,

Não há um meio de escapar a essa

Tristeza – tudo me é contrário –



A lentidão das horas me atinge,

Inexorável... nada, nem ninguém

Pode evitar que, de mim, faça refém

A solidão, a que tudo se restringe.



Algo de inexplicável me invade

A alma, como a torturar-me,

Impondo-me esse sofrer sem fim,



Até que um novo dia venha e, assim,

Tua presença, esse sofrer desarme,

Livrando-me da dor dessa saudade.

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