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Poesias-->29 de Outubro -- 23/04/2004 - 08:19 (Arthur Nogueira Lazaro) |
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O ego incansável de novas ideologias
Meu cansaço disperso em pesadelos
Minha barba cresce em frente do espelho
E esse reflexo que vejo ainda sou eu
Decaído e jogado, como lixo no chão
Mas as crises passaram e a saudade continua
Onde estaria você agora e seu sorriso
Lindo e contagiante, contaminando meu mundo
Indicando o caminho da minha felicidade
Nunca deixando o sonho e o encanto acabar
E agora a única visão que tenho
E tentar achar seu rosto nos meus sonhos.;
Cativa o egoísmo de ter você de volta
Alguém me ouve chorar enquanto durmo
Lendo meus pensamentos e comovendo
Ilhado na minha própria cegueira
Navegando nas ondas do esquecimento
Enraizando meus pés em águas profundas
Tudo que faço e deliro tem seu nome
Basta procurar com calma, e seu nome acharas
Batizado do mais puro sentimento e devoção
Morada mais duradoura e cômoda do meu coração.;
Planos feitos e desfeitos em mapas perdidos
O barco foi embora e você não me levou
Fico observando e você sumindo no horizonte
A visão busca, mas como sempre nada acha
Lagrima salgada com as águas do oceano
Inclinando o corpo em direção a ti
Nado fácil e profundo no raso e no fundo
E eis que seus braços balançam
Formando a mais bela despedida que poderia ter.
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