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Poesias-->Renúncia -- 26/04/2004 - 20:42 (Glaymon Albuquerque Marinheiro) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Não mais me reconheço como único

Quando na minha vida você passou a fazer parte.

Minha alcunha, a mim não mais me pertence

Divides igualmente em sua identidade.



Com você, foi embora minha intimidade

O leito, que antes era só meu,

Que bom! ocupas a outra metade.



As decisões já não me cabem,

Meus sonhos são com você compartilhados

Meus hábitos foram reformulados

E em meu cotidiano, você nunca está ausente.



Nada mais somente a mim compete

Nem o tempo, que hoje com você divido

Não tenho mais pleno domínio.



Deixas-me solto, alforriado

Todavia, inteiramente escravizado.

E o alvedrio que antes eu conhecia

Não quero que volte jamais.



É um consumo generoso,

Que me esvazia me preenchendo

Que me penitencia me acolhendo.



Às vezes, vivendo dessa forma,

Sinto-me inteiramente sufocado

Contudo, tão grande é o paradoxo

Que sem teu ar, morro asfixiado.

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