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Poesias-->No meu céu ao crepúsculo (Pablo Neruda) -- 22/05/2004 - 21:23 (CARLOS CUNHA / o poeta sem limites) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos














No meu céu ao crepúsculo





No meu céu ao crepúsculo tu és como uma nuvem

E a tua cor e forma são tal e qual as quero.

Tu és minha, tu és minha, mulher de lábios doces

E vivem na tua vida os meus infinitos sonhos.



A lâmpada da minha alma ruboriza-te os pés,

O acre vinho meu é mais doce em teus lábios,

Ó segadora da minha canção ao entardecer

Como te sentem minha os meus sonhos solitários!



Tu és minha, tu és minha, vou gritando na brisa da tarde,

E o vento arrasta a minha voz viúva.

Caçadora do fundo dos meus olhos,

O teu roubo estanca como a água o teu olhar nocturno.



Na rede da minha música estás presa, meu amor,

E as minhas redes de música são largas como o céu.

Nasce-me a alma à beira dos teus olhos de luto.

Nos teus olhos de luto começa o país do sonho.







Pablo Neruda













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CARLOS CUNHA/o poeta sem limites



dacunha_jp@hotmail.com















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