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Poesias-->A Menoridade -- 05/08/2004 - 21:17 (Armando A. C. Garcia) |
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Número do Registro de Direito Autoral:131005769826364200 |
A Menoridade
Tem gente que defende
Manter a menoridade
Tal anseio, não atende
Conter a criminalidade.
Se menor pode roubar,
Tirar a vida sem dó...
Se foi homem p’ra matar!
Também é, p’ró xilindró.
Com a era televisiva...
Os tempos estão mudados.
A mocidade, hoje... é ativa
Entende bem os recados!
Não se alegue imaturidade
Nem se diga, o Ser, precoce.
Isenta a punibilidade
O crime nunca retroce.
Conceitos ultrapassados
Face à nova geração.
Não ‘stá de olhos tapados
Sabe a história e, narração.
Esta nossa juventude
Com conhecimento e saber
Deve p ra cada atitude,
Corresponder-lhe um dever
Não pode ficar impune
Quem escolhe a trilha do mal.
O mau procedimento imune,
Gera, conflito social.
Da infância à adolescência
Três lustros... suficiente
As formas da pubescência
Se ativam precocemente
Muitos são pai nessa idade
Revelando entendimento
Nem se diga por maldade
Sejam pai de fingimento
Se menor pode votar !
Dirigir e tirar carta !
Porque não pode pagar ...
Quando mata e rouba à farta !
Sem punir não tem valor
O fundamento da Lei.
Sem o castigo a rigor
Vem a falência da grei
Da sociedade essa escória
Precisamos varrer a pau.
Como a Douta... em oratória ...
Que está no mesmo degrau !
05/07/2004
Armando A. C. Garcia
Leiam - Ofensa Sagrada
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E-mail: armandoacgarcia@superig.com.br |
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