Para aquele quem me incentiva a escrever:
Álvaro Melo.
"Se não ocorresse a morte, como poderia eu, um insignificante ser humano, quando comparado aos bilhares de outros existentes na Terra e talvez outros bilhares em outros planetas ou galáxias, expressar através de palavras, outros sentimentos que destoam da morte?" Saudade, por exemplo, é um destes sentimentos. Como escrever o que sinto por alguém que eu estimava tanto e que já se foi?
Como ainda não escrevi nada com relação a quem já não está mais fisicamente presente, escrevo para quem se foi, mas que bem ou mal, ainda prezo por sua companhia. Você é um exemplo real disto. Não morreu fisicamente (ainda bem, pois faria falta), entretanto está longe. Neste caso, morte é um sinônimo de falta. O mesmo ocorre com um amor acabado. Parte de si morre, a falta é inevitável e só o tempo é capaz de solucioná-la.
Você me entende? Vc fez eu pensar um pouco mais sobre esta palavra e achei isto ótimo. (Pensar sobre qualquer coisa, por mais inútil que seja é sempre proveitoso). Enfim, agora penso e penso...
Por que será que eu uso a palavra morte, a ponto de até fazer analogias com outras palavras? Por
que será?
Pensarei até chegar a uma conclusão e depois lhe digo o que isto resultou.
Como vc é bem mais sábio que eu, o que acha que pode estar ocorrendo? Sei que só eu encontrarei a resposta, mas diga o que pensa e sem censura.
Dedico este texto à você, apesar de que dedicatórias não têm o objetivo de perguntar, mas surgiu esta pergunta. Como vc mesmo disse, as palavras fluem...