No ano de 2100, em uma escavação na área onde fica o centro do Brasil, foi encontrada uma caixa com várias coisas dentro, do século 20, por um arqueólogo chamado Cidauberto. Foi encontrado um diário de um garoto que se interessava muito por Ciências. Seu nome era Cloroberto. Ele era um garoto de 13 anos que acompanhava sempre o pai em suas descobertas.
Uma dessas descobertas foi o uso do cloro na água para que ela se tornasse potável. Isso revolucionou tanto a ciência, que continua sendo conhecido como um dos maiores feitos do homem. Nessa descoberta, muitas pessoas passaram a ter uma expectativa de vida maior, pois a água era contaminada com muitos microorganismos nocivos à saúde das pessoas. No diário de Cloroberto, estava escrito todo o processo de como obter a água potável e de como ela salvou a vida de muitas pessoas.
Cloroberto era de uma família pobre e solidária. Viviam em uma grande comunidade em que todos se ajudavam mutuamente. Cloroberto era um peregrino, visitava todas as casas e ensinava às famílias os bons hábitos no trato com os alimentos, na higiene pessoal e, especialmente, como ter uma água de boa qualidade.
Dizia ele que não se devia deixar água parada e que as caixas d águas deveriam ser limpas uma vez por mês e que sempre deveria colocar determinadas quantidades de cloro para que a água estivesse sempre em boas condições de uso. Assim, ele deu uma grande lição para toda a sua comunidade.
Cidauberto descobriu que Cloroberto era seu irmão e ficou muito orgulhoso do trabalho que ele fez. Decidiu, então, transformar a casa onde Cloroberto viveu num museu e centro de educação para as comunidades carentes.