E.T.- Elpídio de Toledo, incansável rezador, brasileiro; por falar em tempo, viveu entre os séculos XX e XXI, num místico e belo horizonte de vibrantes sensores da Presença, no atual sítio paleontológico, antigamente chamado de Curral D´el Rey, depois Belo Horizonte, quando o Sol ainda era quente durante o dia e mostrava seu vermelhão ao entardecer.
Conviveu com diversos tipos de sensores: humanos, aves raras e comuns, acarinos, quirópteros, lepidópteros, coleópteros, repentinos répteis, felinos, humano-felinos, caprinos, bovinos, suinos e equinos.
Lidou com muita gente que mexia com todo tipo de graça: futebol, basquete, sinuca, ping-pong, música, haliêutica, piscicaptura, previdência oficial, informática, saneamento básico, antroposofia, psicologia, sociologia, espiritismo, candomblé, reiki e idiomas.
Sendo do signo de Leão, sempre foi muito explorado por esta insaciável fera e certos ferozes humano-felinos.
Jamais aderiu aos pornódromos — corredouros de pornógrafos, geralmente, novelas de baixo quociente intelectual, ou favelas inda desprovidas de unidades pacificadoras.
Sempre lutou pela implantação de cestódromos de basquete em frente aos palácios de governadores, prédios públicos e vias de trânsito intenso, durante manifestações de rua. Ao invés de marretas, os vândalos usam a bola e se matam de tanto praticar arremessos de três pontos; disputam cestas básicas: chuá, tabela e bandeja.
Era metido à Bessa — quando comia e bebia — e a besta — quando tinha acessos literários. Isso no raso, mas no fundo, como todo mundo, era bom sujeito.
Seus fugazes créditos e provisórios bens propiciaram-lhe o desfrute e a criação de úteis formas e termos da Divina Providência, enquanto desfrutou de sua graça.
At.,
E.T