Usina de Letras
Usina de Letras
23 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 63086 )
Cartas ( 21348)
Contos (13299)
Cordel (10354)
Crônicas (22575)
Discursos (3247)
Ensaios - (10630)
Erótico (13586)
Frases (51528)
Humor (20163)
Infantil (5580)
Infanto Juvenil (4924)
Letras de Música (5465)
Peça de Teatro (1386)
Poesias (141235)
Redação (3356)
Roteiro de Filme ou Novela (1065)
Teses / Monologos (2441)
Textos Jurídicos (1965)
Textos Religiosos/Sermões (6341)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
cronicas-->Pró-Informação = Balanço Prévio -- 24/01/2006 - 00:07 (António Torre da Guia) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos

Em Portugal, salvo algum inopinado lance que bruxa alguma se atreverá a prever, os cidadãos só serão chamados ao voto dentro de três anos e pico. Por agora e para o próximo lustro, o Presidente da República está designado, e o Primeiro-Ministro, que dispõe de maioria absoluta no Parlamento, exerce com plena naturalidade o seu governo. Quando de novo chegar a data de se proceder a nova legislatura, logo se constatará o que deveras pretendiam os antecipados prenunciadores da conflitualidade entre Cavaco Silva e José Sócrates, a tal "distorção democrática" - segundo um "eloquente" ministro useiro e vezeiro no "tacho" - que não vai distorcer.

Quanto a mim, Cavaco Silva, por bem conhecer a provisória situação em que se encontra o PSD, não mexerá um só dedo a favor do progresso liderante de Marques Mendes, que é de resto, mesmo sem querer, o mais garantido sinal de tranquílidade para José Sócrates, enquanto assim durar. De resto, o Presidente da República fará quanto puder e souber, com o melhor dos empenhos, para ajudar o Governo a minorar o mais possível e a superar a crise económica que vai perpassando. Assim pois fiará a roca pelos próximos meses adiante, independentemente das convulsões internas que desde já estão em gestação entre os principais figurantes do PS e do PSD.

Posto isto, tomando o famigerado "se", interrogo-me: se um deles, Alegre, Soares, Jerónimo, Louçã ou Garcia, tivesse sido eleito PR, na actual circunstància, para onde iria o país? Das duas, uma: não iria a sítio algum ou correria o sério risco de afundar-se mais e mais ainda. Conforme, em séria reflexão, bem se pode extrair da campanha eleitoral decorrida, ficariam os portugueses encimados por um brincalhão palavreante, entre rolos e rolos de papel higiénico, a fingir que não tinha necessidade alguma até que a sanita transbordasse.

De resto, por mais que o "Contra-Informação" se farte de brincar e gozar com a bonecada política, creiam, a maioria dos bonecos, ao vivo, são mesmo a sério. Apre, que bem os portugueses souberam evitar uma das maiores palhaçadas políticas de sempre. Entretanto, vamos divertir-nos imenso com a grande catadupa de saliva que aí vem até que as glàndulas da ambiciosa sacanagem seque de vez.

António Torre da Guia



Comentarios
O que você achou deste texto?     Nome:     Mail:    
Comente: 
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui