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cronicas-->UMA CERTA CHUVA -- 29/11/2011 - 09:34 (thiago schneider herrera) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Uma certa chuva incessante
cai na janela, lambendo o vidro
desnecessariamente, limpando a poeira
impregnada na fresta da alma,
sendo sugada pela esponja ressecada
que é a pele seca do poeta analfabeto,
sem coração, sem voz porém vivo.
A chuva cai e encharca a vista,
deixa verde o verde, azul o azul
e escura todas as possibilidades.
Não falo de lamento, nem tento,
só escrevo o que sinto, como se fosse isento
de culpa, de dor, afinal, de lamento.
Um dia por vez - me disseram,
porém por vezes atropelo os dias,
e saio intacto, aparentemente.
Agora penso nela, e nada acontece.
Só silêncio e barulho de chuva
Em forma de prece.

T.S.H.
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