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cronicas-->A Epopeia dos Mentirosos -- 14/01/2002 - 15:53 (António Torre da Guia) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
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Os mortos não falam e, daqueles que abordo à tampa do túmulo, a maioria - felizmente - morreu sem saber; algumas dezenas que vi ou soube que morreram.

Anda por aí (por cá) um slogan televisivo a solicitar testemunhos e outros elementos relativos à época salazarista e ao consulado colonial na mira de concitar alguns palermóides à exibição da verdade (ou mentira) individual em favor da mentira colectiva actual, aquela que convém aos investidores do evento e às inquietas consciências que deram mesmo cabo da pátria portuguesa e emperraram quase de todo o plano mental da portugalidade.

Eles sabem que nós sabemos e nós sabemos que eles sabem: existe deveras um barril de pólvora miolar onde ninguém, para já (nem o SIS), sabe aonde está a mecha que iniciará a derradeira contagem para a explosão. É pois este o preocupante busílis dos vendilhões das lusas e africanas gentes.

O recado do medo também já por aí anda, pelo sim e pelo não: "Cuidado com os egoísmos nacionalistas"! Se pedíssemos a tradução exacta desta frasezinha, saberíamos imediatamente quanto de comestível tem a nacionalidade popular portuguesa no pálato dos abutres e quejandas espécies, tal qual saboroso gelado a diluir-se a pouco e pouco; de tão doce deixar-nos-à a muito breve prazo um intragável azedo à flor dos queixos.

Ilustre socialista (!) português diga lá de sua justiça: o que é um socialista à hodierna moda implantada e em vigor? Sabe ou não sabe? É um, entre muitos, ceguinho indiferente à realidade histórica ou é um dos responsáveis pela morte de milhões de pessoas pela guerra, pela fome e pela miséria e que ainda podiam estar vivas, desde Abril de 1974. Os socialistas, talvez ainda imunes à tentação tutelar, que morreram antes da abrilina data não chegam para encher a cova dum dente à mortandade que de seguida se despoletou. Agora montem, com o que os meus olhos viram, a epopeia dos mentirosos: um mainato negro moçambicano, cheio de medo, sodomiza a loura patroa, uma corpulenta francesa, regalada da vida a chamar por Deus: "oh... mon Dieu..., mon Dieu...,!

Torre da Guia
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