------- Na Usina, tanto quanto se me depara e sinto, a harmonia mental de Spielberg não terá chegado ou então deverá estar em estado extremamente diluído. O seu genial "ET" não terá sido bastante para constituir paradigma capaz de implantar a inovação do sonho límpido, nem tão pouco conseguiu imperar cristalino no tecido cerebral de alguns manhosos utentes, cuja veia pende exclusivamente para o ataque a quem não se subordine ao seu gatilho palavrótico. Alià s, o burro, o cachorro e quejandos companheiros linguísticos, tomam-lhes o ideal preferente, em constante remeximento cavernoso e, afirmo-o sem peias, explícitamente estúpido.
------- Qualquer palavrinha é motivo e lhes serve de imediato, ora de pára-quedas para aterrarem sobre o parceiro, ora de bengala ou muleta, para manquejarem ao redor de quem ouse inovar. Está-se a ver cêna, pois está?!
------- Doentios pegadores do mote, não conseguem deveras nada se não tiverem corda aonde se agarrem, mais das vezes com os dentes. Não vale mesmo a pena desgastar tecla com esta tasca, camarilha autêntica de onzeneiros viscosos e perversos. Que se lixe pois a tradição chã de linha vã!
------- E claro, o uso, abuso e reabuso são deles: ólho por ólho, dente por dente, atrás de Cristo gemente. Eis pois porque me decido pelo completo desprezo a partir desta inserção.