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Poesias-->Coisificação do homem -- 22/02/2005 - 13:01 (Vanderli Medeiros) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Coisificação do homem

Vanderli Medeiros



Nascemos cheios de esperanças,

O mundo, pelo nosso olhar de criança,

é grande, um gigante a ser conquistado,

que por nós será em breve domado.;



Há o primeiro contato com conflitos da adolescência,

Sonhos, amores juvenis assalta-nos com insistência.

As primeiras decepções e dores, a exigir-nos penitência.;

percepção de que há no mundo muita crueldade,

que ele não é feito só de amores, há desumanidade...



Que entre a terra, o céu, e o mar,

há mais mistérios e enigmas a desvendar.;

que a felicidade é composta apenas de minutos fatídicos

a nos condenar, posteriormente, a tormentos oníricos.



Até o dia em que morre de vez em nós, num segundo,

o olhar de criança com o qual contemplávamos o mundo,

a nostalgia toma conta do ser, irremediavelmente, é doloroso...

Amanhecer para um novo dia, se torna cada vez mais penoso...



Morre o amor, a fé nos seres, ‘coisifica’ o homem,

humaniza-se e glorifica-se o vil metal ($)

morrerá o homem, eterno é o metal que nos consome...

Tolo bicho homem, verme da terra e p’ra ela voltará!



E, contemplamos o planeta cheio de seres alienados.;

Destituídos de alma, correndo atrás do vil metal, bitolados.

Numa letargia louca, insana, demente, factual e desigual.

Nas ruas, muita gente aglomerada, entregue a solidão, abandonados...





Barra do Garças – MT – 11/07/04

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