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Poesias-->A COR DE TERRA DA PELE -- 04/07/2004 - 11:22 (ADELMARIO SAMPAIO) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
A COR DE TERRA DA PELE



A cor da pele não erra

A verve dela que

encerra

Buscando vida não sabe

É aí que tudo se

encerra



Voltando pra onde veio

E nela fincado no seio

Da volta à mesma

terra





Trabalho do hábil oleiro

Barro na mão que

enrole

Feito boneco surgiu

Um homem ainda

mole



Dia que passa com vento

Como se fosse tormento

Depois que surgiu a

prole





Pela ganância que vem

Nela a vida

emperra

Na luta da sobrevida

E morte nela não

erra



Olho por olho na fala

Dente por dente não cala

Revolta como em

guerra





O Criador contemplando

Por mais que tudo

controle

Os filhos se fazem deuses

Negar que destino os

arrole



A terra esperando a hora

Mãe revoltada que chora

Um dia os filhos

engole



**

Adelmario Sampaio

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