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Poesias-->Silêncio -- 04/09/2005 - 14:46 (Cleuseni de Oliveira) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Silêncio



Denso, intrigante

Vejo-o, apalpo-o

Enfrento-o, mas ele mostra os dentes e vence

Enfadanho, sonolento

Este silêncio me cansa

Não me permite avançar, produzir, poetar

Nada.

Ele se agiganta ainda mais e me assombra

Por fim, rendo-me ao seu apelo e recosto-me no travesseiro, tendo tantas coisas por fazer, sempre lá a minha espera.

O sono silencioso fecha-me as pálpebras entregues

e reina como um tirano à espreita

Ele, o silêncio, por tantas vezes almejado

Agora me assola, me maltrata

Descobri que nesta grande metrópole ter silêncio é luxo

E como não sou luxuosa, estranho este silêncio.Irrito-me com ele.

Ninguém fala, nem o telefone toca, só o vai-e-vem tímido do elevador e o movimento distante das árvores ao vento.

Nada,

Apenas eu e o silêncio. A solidão.

A noite. A ausência. O nada começa outra vez...

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