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Cordel-->A GRIPE BOVINA -- 11/08/2009 - 21:14 (HENRIQUE CESAR PINHEIRO) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Conjunto habitacional,
Da querida Fortaleza,
Se tornou muito famoso
Não por sua grande beleza,
Mas por um outro problema,
Que nos homens dá tristeza.

Essa tal gripe suína
Lá dá preocupação.
Porque se o vírus sofrer
Qualquer modificação,
E mudar pra febre bovina
Morre gente de montão.

O problema é o chifre
Que ataca sua população.
Agora o medo dessa febre
Alterada do barrão,
Homens mortos pela febre
E mulheres à facão.

O homem que pegar a febre
Saberá que foi chifrado.
E chifre não pode ser
Para outro repassado.
Se matar a mulher vai
Pensa que foi extirpado.

O governo preocupado
Com uma carnificina,
Que possa haver no bairro
Se chegar gripe bovina,
Também com medo dos cornos
Ao descobrirem sua sina,

Vai mandar tirar do bairro
Todas mulheres casadas,
Se a gripe chegar por lá
Pra controlar a cornada.
Essa operação de guerra
Já está sendo treinada.

O bairro já é famoso
No Brasil e no estrangeiro,
Mostrado no Fantástico,
Repercutiu bem ligeiro,
A quantidade de corno
Moradora do terreiro.

Se o vírus sofrer mesmo
Uma nova alteração,
E se instalar no bairro
De grande população,
Não for logo detectado,
Assim será a confusão:

Um corno contaminado
Passará pra sua mulher.
Essa para o seu amante,
Esse pra outra que lhe der.
E o efeito em cascata
Chega na Nova Guiné.

Só espero que essa gripe
Seja logo controlada,
E seus efeitos não matem
Qualquer mulher mal amada
E o vírus seja violento
Em Brasília, na Esplanada.

Com muita violência chegue
Ao Congresso Nacional,
Dizime a população,
Representante do mal,
Senadores, deputados
Que estiverem no local

Também aqueles nomeados
Pelos tais atos secretos
Integrantes do PT,
Já que não são mais diletos,
Não representam mais o povo
E dele são desafetos.

Devem morre senador,
Dos olhos esbugalhados,
Aquele que tem bigode,
E o dos olhos azulados,
Um que tem cabelos grandes
Louros e encaracolados.

Um senador medíocre
Que canta desafinado.
Também um do Amazonas
Que anda muito empavonado.
Com o espaço restrito
Não cabe todo safado.

HENRIQUE CÉSAR PINHEIRO
FORTALEZA, AGOSTO/2009
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