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Poesias-->Resposta definitiva a um joão-ninguém -- 07/02/2006 - 17:34 (Elpídio de Toledo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
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De Christian Friedrich Hebbel *18.3.1813 +13.12.1863



Resposta definitiva a um joão-ninguém.



Um sujeito miserável que meu anjo ontem elevou

alto até o céu, hoje o magoou.;

repreende-me, porque eu não fico com sono no quarto e medito.;

porém busco a natureza livre, como a criança o peito.

Amigo, não é que quase morri? A culpa não posso negar:

Sim, circulei por aí, bastante, como o velho Homero.;

Minha é a primeira das violetas e meu o último áster,

É raro a chuva, ou até mesmo tempestade, me segurar em casa.

Mas, onde ouviste que muros e paredes de poetas

foram servidos por musas ou pintores?

Eles nunca se assentaram nem se inclinaram curvos de fome

de braços escancarados, como se fosse um tecelão!

Não, eles ouviram as ondas, escutaram o bramido do vento,

e uma folha de lírio serviu de pratinho.

Auch einmal dem Wicht eine Antwort.

Ein erbärmlicher Wicht, der meinen Angelo gestern

Hoch bis zum Himmel erhob, heute mit Füßen ihn tritt,

Tadelt mich, daß ich nicht schläfrig im Zimmer sitze und brüte,

Sondern die freie Natur suche, wie Kinder die Brust.

Freund, das find ich doch graß! Die Schuld zwar kann ich nicht leugnen:

Ja, ich schweife herum, ganz, wie der alte Homer,

Mein ist das erste der Veilchen und mein die letzte der Astern,

Regen sogar und Sturm halten mich selten zu Haus!

Aber, wo hörtest du denn, daß Mauern und Wände den Dichtern

Je als Musen gedient, oder der Druckergesell?

Niemals saßen sie noch gebückt vor hungrigen Bogen,

Aufgekrempelt den Arm, wie es dem Weber gebührt!

Nein, sie lauschten den Wellen, sie horchten dem Brausen des Windes,

Und ein Lilienblatt reichte als Täfelchen aus.



























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