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Poesias-->Robespierre -- 22/03/2006 - 16:34 (Elpídio de Toledo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
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De Georg Heym



Robespierre

Ele belisca a si mesmo. Os olhos se cravam

na palha do carro. A boca masca muco branco.

Ele o puxa e o engole usando as bochechas.

Pendem para fora seus pés nus sobre duas vigas.

Em cada topada do carro ele voa para cima.

A pobre cadeia chocalha como sinos.

Ouve-se das crianças alegres sorrisos se abrirem,

e suas mães se erguem em meio à multidão.

Fazem cócegas na sua perna, ele não nota isto.

Então, o carro pára. Ele olha para cima e vê

no fim da rua escura a Alta Corte.

A testa cinzenta se torna branca de suor.

A boca retorce-se terrivelmente na face.

Espera-se pelo grito. Porém, só há silêncio.



Veja mais==>>>O futuro dos deuses políticos



Fonte: Projekt Gutenberg -DE



Robespierre

Er meckert vor sich hin. Die Augen starren

Ins Wagenstroh. Der Mund kaut weißen Schleim.

Er zieht ihn schluckend durch die Backen ein.

Sein Fuß hängt nackt heraus durch zwei der Sparren.

Bei jedem Wagenstoß fliegt er nach oben.

Der Arme Ketten rasseln dann wie Schellen.

Man hört der Kinder frohes Lachen gellen,

Die ihre Mütter aus der Menge hoben.

Man kitzelt ihn am Bein, er merkt es nicht.

Da hält der Wagen. Er sieht auf und schaut

Am Straßenende schwarz das Hochgericht.

Die aschengraue Stirn wird schweißbetaut.

Der Mund verzerrt sich furchtbar im Gesicht.

Man harrt des Schreis. Doch hört man keinen Laut.







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