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Poesias-->O corcunda -- 29/03/2006 - 10:25 (Elpídio de Toledo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
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Georg Heym



O corcunda

01.09.1910



No mesmo nível da mesa ele tomba

sua corcunda para frente, e do peso

do largo corpo ele baixa e balança

grande nariz negro sobre o damasco.



Ele parece bêbado. Porém, seus olhos lançam

distorcido olhar cheio de maldade, aflição, inveja,

seu braço toca um vestido justo de seda

que contorna firme um forte traseiro.





Der Bucklige

01.09.1910



In ebner Höhe mit dem Tisch, der kippt

Von seinem Höcker vorn, und von der Last

Des breiten Leibes, kauert er und wippt

Die große Nase schwarz auf dem Damast.



Er scheint betrunken. Doch sein Auge schießt

Den schrägen Blick voll Bosheit, Kummer, Neid,

Rührt seinen Arm ein pralles Seidenkleid,

Das fest um einen starken Hintern fließt.



















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