Usina de Letras
Usina de Letras
41 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 62475 )
Cartas ( 21336)
Contos (13274)
Cordel (10453)
Crônicas (22547)
Discursos (3241)
Ensaios - (10470)
Erótico (13578)
Frases (50863)
Humor (20083)
Infantil (5499)
Infanto Juvenil (4821)
Letras de Música (5465)
Peça de Teatro (1377)
Poesias (140908)
Redação (3323)
Roteiro de Filme ou Novela (1064)
Teses / Monologos (2437)
Textos Jurídicos (1962)
Textos Religiosos/Sermões (6250)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Cordel-->NA VELHICE POUCO RESTA VAI-SE TAMBÉM O TESÃO. -- 24/01/2013 - 21:54 (HENRIQUE CESAR PINHEIRO) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
O tempo é implacável,
Enfraquece-nos dia-a-dia
Deixamos de ser sadia.
Ele é inexorável.
É quem nos torna findável.
Enfraquece coração
O poder de sedução.
E a nossa morte gesta.
Na velhice pouco resta,
Vai-se também o tesão.

Por termos medo da morte
Criamos as religiões
E as reencarnações
Ainda apelamos pra sorte
Pois vivemos sem ter norte
Só pensamos em cifrão,
Carros, dinheiro, mansão.
Quando novo faça festa.
Na velhice pouco resta,
Vai-se também o tesão.

Ao chegarmos aos cinquenta
Vamos descendo a ladeira
E morremos pelas beiras
Nossa barriga aumenta,
Até buracos da venta.
Nosso fim é um caixão,
Que fizermos é em vão,
Não adianta uma requesta.
Na velhice pouco resta,
Vai-se também o tesão.


HENRIQUE CÉSAR PINHEIRO
FORTALEZA, JANEIRO/2013.
Comentarios
O que você achou deste texto?     Nome:     Mail:    
Comente: 
Perfil do AutorSeguidores: 197Exibido 451 vezesFale com o autor