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Cordel-->Frei Dimão e Nanda em novo embate -- 16/10/2013 - 16:15 (Brazílio) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
És jovem namoradeira
de saber estou cansado
e inda junto à Pantaneira
me deixas desapontado.

O que faz a Pantaneira
Eu também posso, uai!
Gêmeas em brincadeira
Vindas de um mesmo Pai.

Pra botar o preto no branco
vasculhei minha consciência
e agora para ser franco
só te salvas com a penitência

Frei Dimão isto é doença
Não evoluir com o tempo
Hoje é outra a crença
E tudo é passatempo.

Insisto no que foi falado
e exijo que prestes atenção
se não pegar meu cajado
vem por aí excomunhão

Mas de joelho eu lhe peço
Que me livre deste castigo
Desde já lhe agradeço
E o terei como amigo

A penitência que vou te dar
contudo será bem leve
porém tens que acreditar
que não teme quem não deve

Tenho cá meus pecaditos
Isto eu não posso negar
São lá uns poucos quesitos
Mas não devo me alongar

Nada de namoro de ocasião
irei eu te permitir
seja paiol ou portão
para a alma se redimir

O que me diz o senhor
Do namoro de sofá
Como é meu confessor
Pode conceder alvará?

E a forma mais precisa
esta situação reclama
é aquela que realiza
eu com você numa cama

Que é isso, Frei Dimão
Não é melhor um divã?
Beijarei sua santa mão
Com uma piedade cristã

Pode ser um catre estreito
para essa redenção
na hora agá dá se um jeito
se boba ficar minha mão

Se for a mão que beijei
Antes de minha confissão
Com este ato me acalmei
Não houve atribulação

Para enfim te libertar
tens que escolher o bom fruto
e o bicho então vai pegar
quando tocares no bruto

Como termino este embate
Entre a cruz e a caldeirinha?
Vou dar um nó no arremate
E insino na escrivaninha

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