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Poesias-->Os indubitáveis -- 04/01/2007 - 06:11 (Elpídio de Toledo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Carta escrita em 2070



















De Gottfried Keller



Os indubitáveis

1.



Quem não tem tristeza, também não tem amor,

quem não tem remorso, lealdade também não.;

para essas pessoas ficam somente nuvens sem cor

e lutas contra exaltadas tribulações na escuridão.



Para vós nada melhor que ruidosa apreensão.;

bruscamente saistes daqui,

medis e fechais o especial círculo de medo,

como que querendo o sumiço dos pombos!



Para vós ainda não está claro o próprio corpo,

vós não conheceis o verme a vossos pés,

o não viver da haste em vossa sepultura.;



e, não obstante já coroado com palha o cabelo,

quando em dia de missa orgulhoso vos saudarem,

a dúvida perderá o velho cajado ambulante.



2.



Não é egoísmo e nem vaidade,

o que anseio meu coração traz para mim.;

o que para mim a agitada ponte sinaliza,

é o orgulho que me liberta do pó?



Ele é tão estreito, o verde tempo de chão,

infinitamente, porém, o que move o espírito!

Quão pouco é o que conservais no peito,

então, quão aprazível sois, estareis aqui com satisfação!



E até mesmo se a liberdade é alcançada uma vez,

a Humanidade arde, altaneira como uma rosa,

sua mais funda taça de luz solar se fez:



a ânsia fica, isto nos eleva.;

a canção do rouxinol não cessa.;

com tais sons os botões florescem.



Fonte: Projekt Gutenberg.de



Veja mais==>>>Elpídio de Toledo









Den Zweifellosen

1.

Wer ohne Leid, der ist auch ohne Liebe,

Wer ohne Reu", der ist auch ohne Treu",

Und dem nur wird die Sonne wolkenfrei,

Der aus dem Dunkel ringt mit heissem Triebe.



Bei euch ist nichts, als lärmendes Geschiebe,

In wildem Tummel trollt ihr euch herbei,

Messt aus und schliesst den Zirkel sonder Scheu,

Als ob zu hoffen kein Kolumb mehr bliebe!



Euch ist der eigne Leichnam noch nicht klar,

Ihr kennet nicht den Wurm zu euren Füssen,

Des Halmes Leben nicht auf eurem Grab.;



Und dennoch kränzt ihr schon mit Stroh das Haar

Als Eintagsgötter stolz euch zu begrüssen -

Der Zweifel fehlt, der alte Wanderstab.



2.



Es ist nicht Selbstsucht und nicht Eitelkeit,

Was sehnend mir das Herz grab überträgt.;

Was mir die kühngeschwungne Brücke schlägt,

Ist wohl der Stolz, der mich vom Staub befreit?



Sie ist so eng, die grüne Erdenzeit,

Unendlich aber, was den Geist bewegt!

Wie wenig ist"s, was ihr im Busen hegt,

Da ihr so satt hier, so vergnüglich seid!



Und wenn auch einst die Freiheit ist errungen,

Die Menschheit hoch wie eine Rose glüht,

Ihr tiefster Kelch vom Sonnenlicht durchdrungen:



Das Sehnen bleibt, das uns hinüberzieht,

Das Nachtigallenlied ist nicht verklungen,

Bei dessen Ton die Knospen sind erblüht.































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