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Cartas-->Quem é o Homem 666? -- 03/08/2003 - 18:47 (Ademir Duarte) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Quem é o Homem 666?

Na seguinte apresentação cobriremos as profecias de Daniel e Apocalipse na Bíblia. Estudaremos o capítulo 7 de Daniel e os capítulos 12, 13 e 17 do Apocalipse.

Primeiro, devemos entender os princípios de interpretação que se encontram em Daniel 7. Nesse capítulo encontramos quatro “bestas” que se levantam do mar: um leão, um urso, um leopardo, e uma besta terrível e espantosa com 10 chifres. O leão representa a Babilônia, o primeiro império mundial na época de Daniel. O urso representa o segundo império mundial: a Medo-Persia, e o leopardo representa o terceiro reino mundial: a Grécia com Alexandre o Grande. O leopardo tem quatro cabeças. Estas cabeças representam os quatro generais que dividiram o império de Alexandre após a sua prematura morte.

Devemos ter presente que estas cabeças pertencem ao corpo. Quando estudarmos em Apocalipse a besta com sete cabeças, nos daremos conta de que estas são reis ou governantes que também pertencem às bestas ali representadas, tal qual as quatro cabeças do leopardo representam os reis ou governantes descritos nesta profecia de Daniel.

A quarta besta terrível e espantosa com 10 chifres, representam Roma como sendo o quarto império mundial. Os 10 chifres são o resultado da divisão do império romano em 10 nações. Ao dizer que estes chifres são os resultados das bestas (impérios) ali representados, confirma-se ao estudar o Apocalipse, onde encontramos os mesmos 10 chifres. Em Daniel 7, três dos dez chifres foram arrancados. Mais tarde veremos a quem representam estes chifres.

Por hora vamos ao Apocalipse 17, começando com o versículo 1: Veio um dos sete anjos que tinham as sete taças, e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que está assentada sobre muitas águas;

No Apocalipse 17:15 temos: Disse-me ainda: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, multidões, nações e línguas.

E no Apocalipse 17:2 diz: com a qual se prostituíram os reis da terra; e os que habitam sobre a terra se embriagaram com o vinho da sua prostituição.

Aqui vemos a “mulher” em uma aliança espúria com os reis da Terra. Na Bíblia, o vinho representa doutrinas e verdades. Aqui nos diz que a mulher embriaga os habitantes da terra com as suas falsas doutrinas e falsas verdades (vinho prostituído).

Então ele me levou em espírito a um deserto; e vi uma mulher montada numa besta cor de escarlata, que estava cheia de nomes de blasfêmia, e que tinha sete cabeças e dez chifres. Apoc 17:3

João também nos diz em Apoc 12:6 que a mulher: E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias.

Também, em Apoc 12:14 nos diz que: E foram dadas à mulher as duas asas da grande águia, para que voasse para o deserto, ao seu lugar, onde é sustentada por um tempo, e tempos, e metade de um tempo, fora da vista da serpente.

Esta combinação de 1260 dias, a encontramos nos livros de Daniel e Apocalipse 7 vezes. Cada vez que é mencionada tem por objetivo descrever o período de tempo do chifre pequeno de Daniel 7 e da besta do Apocalipse 12 e 13.

Em Daniel 7 encontramos uma data (pista) de início para esta profecia de 1260 dias proféticos ou anos. Recordemos a quarta besta “terrível e espantosa” com 10 chifres de Daniel 7. Esta besta, como vimos, representa a Roma pagã, o quarto império mundial ou quarto reino que dominaria a Terra.

Esta besta terrível tinha 10 chifres, os quais representavam as 10 nações que resultariam do império romano. Em Daniel 7 nos diz que 3 dos chifres foram arrancados. A História nos conta que três das 10 nações se negaram a estarem debaixo da autoridade dos bispos de Roma, ou seja, estar debaixo do poder papal. Os 3 poderes (reinos) que desconheceram a autoridade do bispo de Roma foram:

· Os Vándalos

· Os Hérulos

· Os Ostrogodos

Este último povo foi vencido no ano de 538 d.C. pelo imperador romano, Justiniano.

A partir desta data (538 d.C.) foram totalmente eliminados os três poderes que resistiam à Roma Imperial, permitindo assim que o papa controlasse a Europa.

Justiniano firmou então um decreto neste mesmo ano de 538, no qual ele outorgava ao bispo de Roma, autoridade final sobre as Escrituras e autoridade total sobre os assuntos civis dos reinos do continente (Europa). Estava estabelecido assim um sistema político-religioso (igreja-estado) através de um decreto, surgindo assim o papado.

Em 1798, exatamente 1260 anos depois, Napoleão se dispôs a conquistar a Europa e mandou o seu general Berthier para capturar e depor o papa Pio VI.

Napoleão decretou findado o papado e como não foi mais eleito nenhum papa, o mundo pensou que este era o fim do poder papal.

Portanto, vemos que os 1260 anos proféticos começaram em 538 d.C. e continuaram até o ano de 1798.

Quando João, o revelador, viu a esta mulher sentada sobre uma besta no deserto,estava contemplando os 1260 de poder absoluto do papa. Nestes dias, nem mesmo um príncipe assumia o seu reino se não fosse com a autorização do papa. Se bem que Carlos Magno (Inglaterra) tentou mas, ludibriado, aceitou pedir permissão (bênçãos) ao papa.

Apocalipse 12 relaciona duas vezes o período de “um tempo, e tempos e metade de um tempo”. Quando a mulher foge para o deserto, repete-se novamente, no capítulo, este período, porem como sendo 1260 dias. Em interpretação profética se aplica a norma de que um dia (profético) representa um ano (literal) conforme Num 14:34 e Eze 4:6. Portanto, 1260 dias representam 1260 anos. Um “um tempo” em termos judaicos representam “um ano judaico” (360 dias). A palavra “tempos” (plural) representa dois anos, ou seja, 720 anos proféticos. Já a frase “metade de um tempo”, portanto é meio ano judaico, ou seja: 180 anos proféticos. Portanto, “um tempo, e tempos e metade de um tempo” resume-se em 360 + 720 + 180, o mesmo que 1260 dias proféticos ou anos literais...

Então ele me levou em espírito a um deserto; e vi uma mulher montada numa besta cor de escarlata... Apoc 17:3. Esta mulher existe na mesma época que a besta, já que está montada sobre ela.

Esta besta “cheia de nomes de blasfêmia”. Cristo foi acusado de blasfemo quando afirmou poder perdoar pecados. Esta besta é religiosa em sua natureza, pois também afirma ter o poder de perdoar pecados. Aqui sim, caracteriza-se blasfêmia pois é apenas um poder terreno.

“tinha 7 cabeças e 10 chifres”. Recordemos que em Daniel 7, as cabeças pertenciam às bestas ali descritas. As 4 cabeças no leopardo representavam os quarto governantes que governariam a Grécia após Alexandre.

Aqui no Apocalipse temos, portanto, 7 cabeças que representam 7 reis ou governantes. Todos, fazendo parte da besta escarlate, ali representada. Ao desenrolar do nosso estudo, identificaremos quem é esta besta escarlate.

Em Daniel 7, os chifres em uma besta, são resultados ou conseqüências advindas da besta ali representada.

Quando identificarmos a esta besta escarlata, veremos que os 10 chifres são, portanto, fruto ou conseqüências dela.

A mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, e adornada de ouro, pedras preciosas e pérolas; e tinha na mão um cálice de ouro, cheio das abominações, e da imundícia da prostituição; Apoc 17:4

Diz-se na Bíblia que os pecados são escarlates (vermelhos) e serão esbranquiçados como a neve. E que a cor vermelha (escarlata) representa o pecado. Deus nos diz, que esta “mulher” está “vestida” em pecado. A cor escarlate é também a cor oficial deste poder que descreveremos.

...e na sua fronte estava escrito um nome simbólico: A grande Babilônia, a mãe das prostituições e das abominações da terra. Apoc. 17:5.

Deus compara na Bíblia, o Seu povo (a igreja) com uma mulher. Deus compara muitas vezes na Bíblia, Sua relação entre Ele e Seu povo com o matrimonio, onde Ele é o esposo. Sem equívoco, no Apocalipse encontramos duas mulheres. No capítulo 12 encontramos uma mulher pura, com uma coroa de 12 estrelas (apóstolos, cf Dan 12:3) e, no capítulo 17 encontramos uma mulher prostituída montada sobre uma besta escarlate com sete cabeças e dez chifres. Deus chamou a Israel como sendo uma mulher prostituta (leia Oséias) e como um marido amoroso, implorou para que ela voltasse a Ele. Deus usa esta palavra “prostituta” para representar ao Seu povo em rebelião ou a um estado de apostasia. A prostituta, portanto, representa este povo de Deus que se encontra em apostasia e rebelião (Cain?).

A “mãe” das prostitutas aqui mencionada, é a “mãe” da cristandade: a igreja romana... Uma “mãe” que tem muitas filhas e que também se chamam de prostitutas. Estas são filhas da “igreja mãe”, as igrejas advinda da reforma protestante e que se encontram em rebelião e apostasia contra os ideais de seus reformadores, ou melhor, o ideal divino registrado nas Sagradas Escrituras.

E vi que a mulher estava embriagada com o sangue dos santos e com o sangue dos mártires de Jesus. Quando a vi, maravilhei-me com grande admiração. Apoc. 17:6.

Historicamente, sabemos que a igreja Católica Apostólica Romana eliminou a milhões de autênticos seguidores das Escrituras e que, portanto, não compartilhavam de suas doutrinas – durante a idade média. Recentemente, João Paulo II reconheceu isto e pediu perdão ao mundo (e a Deus?) pelas atrocidades cometidas no passado.

Ao que o anjo me disse: Por que te admiraste? Eu te direi o mistério da mulher, e da besta que a leva, a qual tem sete cabeças e dez chifres. Apoc. 17:7.

Portanto, sabemos que esta mulher representa à igreja Católica. Vimos em Daniel que as bestas representam poderes políticos, e esta não é uma exceção. A besta escarlata que está cheia de “blasfêmias” (julga-se semelhante a Deus). A igreja católica romana é singular entre as demais igrejas; sua estrutura é dupla em natureza: é um poder religioso e também um governo (Estado do Vaticano).

Então, a mulher montada sobre a besta representa a igreja, e a besta, representa o governo de Roma regido pelos papas. O poder papal é uma monarquia que já teve 265 papas, os quais usaram 79 nomes papais ao longo de sua história.

A besta que viste era e já não é... Apoc 17:8. João viu à prostituta montada sobre a besta no deserto, matando milhões de cristãos. A passagem que João viu, encontra-se no passado. Porem, devemos observar que João foi levado adiante no tempo, até o tempo em que Napoleão decretou “morto” o poder papal em 1798.

João viu à mulher montada sobre a besta escarlata “no deserto”, o qual representa os 1260 anos proféticos que Deus determinou ao papado, desde o ano 538 a 1798 de nossa era. Foi dito a João que isto aconteceria no passado pois o anjo usa a frase “era”. E isto sabemos que assim sucedeu com esta primeira fase do poder papal, encerrando-se em 1798 d.C.

A besta que viste era e já não é; todavia está para subir do abismo, e vai-se para a perdição; e os que habitam sobre a terra e cujos nomes não estão escritos no livro da vida desde a fundação do mundo se admirarão, quando virem a besta que era e já não é, e que tornará a vir. Apoc. 17:8.

Aqui são descritos três fases do ministério da besta escarlate.

1.- "era".
2.- "já não é".
3.- "tornará a vir".

Como vimos, a primeira fase terminou em 1798, quando Napoleão decretou o fim do poder papal, levando cativo Pio VI (Apoc 13:10). A segunda fase: “e já não é; todavia está para subir do abismo, e vai-se para a perdição...” descreve um período em que a igreja se recuperaria do seu colapso em 1798. A terceira faz, descreve o regresso do novo poder, tal qual possuía antes de 1798.

Aqui está a mente que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada; Apoc. 17:9. E o verso 10 diz: ...são também sete reis: cinco já caíram; um existe; e o outro ainda não é vindo; e quando vier, deve permanecer pouco tempo.

João recebeu a visão em uma perspectiva no tempo dos sete reis, já que se diz que a primeira fase do poder papal já passou (era). Devemos, portanto, colocar estas 7 cabeças ou 7 reis durante um tempo posterior a 1798.

Em Daniel 7 aprendemos que as cabeças em uma besta representam a governantes ou reis e que são provenientes destas bestas (fazem parte dela – o que descarta a interpretação mais aceita de que estas cinco cabeças que caíram seriam os impérios de Babilônia, Medo-Persia, Grécia, Roma Imperial e Roma Papal). Aqui são apontadas sete cabeças, sete montes, sete reis. Em vista de que o poder papal é uma monarquia e que já teve 256 papas e que já usaram 79 nomes (títulos) papais diferentes, devemos identificar quantos nomes papais foram usados depois de 1798.

Segundo o registro oficial do Vaticano, encontramos os seguintes nomes depois de 1798: Pio, Leão, Gregório, Benedito, João, Paulo, e João Paulo. Sete nomes papais desde 1798.

Em Apoc 13:18 encontramos a mesma frase usada em Apoc 17:9 (Aqui está a mente que tem sabedoria) como uma conexão com o número da besta 666: Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.

Aqui em Apoc 13 diz que devemos “calcular” o número da besta. Observe que um dos 7 nomes papais usados desde 1798 até hoje é João Paulo. Calcular o número da besta, consiste em somar o número (posição) do seu nome. Por exemplo: João Paulo I e João Paulo II seria igual 1 + 2 (o primeiro + o segundo) = a 3 (três).

Se contarmos todos os papas na história que usaram estes nomes papais que surgiram após 1798 até os nossos dias, obteremos uma soma total de 665 (incluindo-se João Paulo II, que é o sétimo nome papal usado desde 1798).

Vejamos: O primeiro nome papal que foi usado depois que Pio VI foi levado cativo, morrendo no exílio, foi outro Pio... Isto significa que devemos incluir em nossa soma, o nome de todos os papas que usaram o nome “Pio”.

Desde 1798, existiram 12 papas que usaram o nome “Pio”. A soma seria a seguinte: 1+2+3+4+5+6+7+8+9+10+11+12=78.

O segundo nome usado desde 1798 foi Leão. Existiram 13 papas que usaram este nome. Somemos: 1+2+3+4+5+6+7+8+9+10+11+12+13= 91.

O terceiro nome papal usado desde 1798 foi Gregório. Houve 16 papas com este nome... Somemos: 1+2+3+4+5+6+7+8+9+10+11+12+13+14+15+16= 136.

O quarto nome papal usado desde 1798 foi Benedito. Houveram 14 Beneditos que somam: 1+2+3+4+5+6+7+8+9+10+11+12+13+14= 105.

O quinto nome papal usado desde 1798 foi João. Houve 21 papas que usaram este nome: 1+2+3+4+5+6+7+8+9+10+11+12+13+14+15+16+17+18+19+20+21= 231.

O sexto nome usado desde 1798 foi Paulo. Existiram 6 Paulos. Somemos: 1+2+3+4+5+6=21.

E o sétimo nome usado desde 1798 é João Paulo. Só existiram 2 papas que teve este nome – João Paulo I e João Paulo II e, portanto a soma seria: 1+2=3.

A soma total destes “7 nomes papais” desde 1798, ou seja, sete reis, como se descreve na Bíblia, dá o seguinte resultado:

1. Pío, total: 78

2. Leão, total: 91

3. Gregorio, total: 136

4. Benedito, total: 105

5. João, total: 231

6. Paulo, total: 21

7. João Paulo total: 3

Vejamos: 78+91+136+105+231+21+3=665 com João Paulo II, o sétimo nome papal desde 1798. ...são também sete reis: cinco já caíram; um existe; e o outro ainda não é vindo; e quando vier, deve permanecer pouco tempo. Apoc 17:10.

Como vimos, João recebeu a visão representando o tempo do sexto rei (Paulo) pois foi dito: um existe...; significa dizer que representa o momento histórico do papa Paulo, o sexto nome usado desde 1798, já que cinco (nomes) já haviam caído naquele momento da visão. Os primeiros cinco nomes papais usados desde 1798, como vimos, foi Pio, Leão, Gregório, Benedito e João. O anjo disse a João que estes cinco já caíram, significando que estes nomes não mais seriam usados depois de Paulo, o sexto nome papal desde 1798. Reafirmamos: João estava vivendo a sua visão na perspectiva histórica do sexto nome papal – um existe. E só houve um papa que desde 1798, usou este nome: Paulo VI.

Porque João contempla a visão da posição de Paulo VI, o sexto nome papal desde 1798? Paulo VI, o sexto nome desde 1798, é conhecido na historia do Vaticano como o papa que iniciou o movimento Ecumênico para unir os protestantes com a Igreja Católica. Mais tarde veremos, em outro estudo, como os protestantes irão se unir aos católicos para “fazer guerra” ao povo de Deus, no final dos tempos.

No momento em que João vê a visão, se diz que o sétimo nome papal desde 1798, ainda não havia vindo. Este nome que ainda não havia vindo era João Paulo, um nome nunca antes usado e toda a história papal.

...e quando vier, deve permanecer pouco tempo. Apoc 17:10. Todos sabemos que o nome João Paulo que há permaneceu menos tempo no poder papal foi João Paulo I que durou apenas alguns dias e o se sucessor, João Paulo II, está no poder pouco mais que 20 anos (e tudo indica que está por pouco o seu pontificado).

A besta que era e já não é, é também o oitavo rei, e é dos sete, e vai-se para a perdição. Apoc 17:11

Foi dito a João que o oitavo nome papal desde 1798 proveria do mesmo pode que “era”, esse mesmo poder perseguidor que João vira matando aos santos. Diz-se da besta que “já não é” no momento em que ele está vendo a visão, haveria sete reis durante esta fase (do já não é) do poder papal. São, portanto, os sete nomes papais utilizados durante a segunda fase (após 1798) do papado.

Vimos que com João Paulo II, o sétimo nome papal desde 1798, que a soma destes nomes totalizaram 665. Isto significa que só falta um NOVO nome papal para completar o número 666! O oitavo nome papal desde 1798, deverá ser o sucessor de João Paulo II.

O próximo nome será um novo nome papal nunca antes usado em toda a historia após 1798, o que 1 em nosso calculo do número 666. ESTE SERÁ O HOMEM 666!

Este homem restabelecerá as perseguições que existiram durante a idade média, em que milhões de cristão foram mortos pela chamada “santa inquisição”.

Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam o reino, mas receberão autoridade, como reis, por uma hora, juntamente com a besta. Apoc 17:12.

Aprendemos em Daniel 7 que os chifres são uma decorrência da besta que os possuem. Nesta passagem do Apocalipse temos um besta de cor escarlate que representa o Vaticano – o poder perseguidor dos 1260 anos – e que estes reis não são os mesmos de Daniel 7, já que aqueles não possuem reinos.

Já que a besta do Apocalipse 17 representa o governo da Igreja Católica Romana, os dez chifres devem ser conseqüência dela, a igreja romana. E, as únicas decorrência desta igreja são as igrejas protestantes . Esta é, portanto, uma profecia sobre o mundo protestante (as filhas) que deverão reconhecer o poder papal – ecumenismo – ao fim dos tempos.

Estes combaterão contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, porque é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os que estão com ele, os chamados, e eleitos, e fiéis. Apoc 17:14

Estes 10 reis se unirão ao poder papal para fazer guerra contra o povo de Deus (Apoc 14.12). Só se mencionam dois períodos de tempo em que esta guerra ocorre. O primeiro é o seguinte:

Também lhe foi permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe autoridade sobre toda tribo, e povo, e língua e nação. Apoc 13:7

E a segunda oportunidade é o que lemos: Estes combaterão contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, porque é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os que estão com ele, os chamados, e eleitos, e fiéis. Apoc 17:14.

Note que na guerra durante o período profético de 1260 anos. A besta vence aos santos, porém no Apocalipse 17, é o Cordeiro quem vence a besta...

Disse-me ainda: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, multidões, nações e línguas. Apoc 17:15

Esta passagem nos diz que esta exercerá um controle sobre todos os povos do mundo.

E os dez chifres que viste, e a besta, estes odiarão a prostituta e a tornarão desolada e nua, e comerão as suas carnes, e a queimarão no fogo. Apoc 17:16.

Deus nos mostra a decepção que gerará a prostituta; o mundo se dará conta que foi enganado e se voltará contra ela. Esta é uma profecia sobre o povo matando aos líderes do erro e da decepção; aqueles que são os causadores de sua perdição. Turbas furiosas cheias de ira, tal e qual ocorreram durante a revolução francesa, quando milhares de sacerdotes foram assassinados em suas casas...

Porque Deus lhes pôs nos corações o executarem o intento dele, chegarem a um acordo, e entregarem à besta o seu reino, até que se cumpram as palavras de Deus. Apoc 17:17.

O protestantismo apostata (filhas) se uniram ao poder papal para fazer guerra contra o povo de Deus. Deus permitirá que creiam em seu erro até que ele mesmo (a besta escarlata) mostre a sua apostasia (II Tes 2:11). Porém será tarde demais... já estarão perdidos, então se arremetem cheios de ira contra estes líderes do erro e da decepção.

Havíamos mencionado antes que a besta se uniria com 10 reis para fazer guerra. Esta guerra se descreve no Apocalipse 13. Vamos à este capítulo.

No Apocalipse 13, encontramos duas bestas: uma que saiu do mar com 7 cabeças e 10 chifres e outra besta que surge da terra com dois chifres “como de cordeiro”. Historicamente, os protestantes interpretam que o chifre pequeno de Daniel 7 e a besta do Apocalipse 13 representam o poder (governo) papal. A Igreja Católica, porém protesta contra esta interpretação.

Vemos em Apoc 13:5 que a besta que saiu do mar com 7 cabeças e 10 chifres, reinaria por 1260 anos proféticos. Esta diria grandes palavras contra o altíssimo e blasfemaria contra Deus. E foi dado o poder por 42 meses, ou seja, os 1260 anos proféticos, que equivale dizer, o período compreendido entre o ano de 538 d.C. (o ano de ascensão do primeiro papa) a 1798 d.C. (queda do papa Pio Vi e conseqüente perda do poder absoluto do papado).

Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto. Aqui está a perseverança e a fé dos santos. Apoc 13:10

Chegou um momento na história em que a besta foi capturada e morta à espada pela guerra. Como vimos, em 1798, Pio VI foi capturado, morrendo a seguir no cativeiro francês. João Wesley, um reformador, fundador da Igreja Metodista, entendeu este conceito. Ele determinou (interpretou) o período profético dos 1260 dias entre os anos 538 a 1798, e em 1750 escreveu uma interpretação que dizia que este poder papal findaria em 1798. Também predisse a acessão de um novo poder do papado (restauração).

No verso seguinte, João, o revelador, descreve outra besta; uma com chifres de cordeiro que se “levanta da terra”. Veja:

E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como dragão. Apoc 13:11.

Justamente depois que Pio VI foi capturado em 1798, João vê levantar-se outro poder, porém não do mar, mas da terra. A palavra grega traduzida como terra, nesta passagem, significa uma área deserta, não povoada. Sabemos que na Bíblia, o cordeiro representa a Cristo, e aqui vemos a descrição de um poder que se levantaria por volta de 1798 em uma área não povoada do mundo e que ademais seria cristão em sua natureza. Este poder não pode ser outro que os Estados Unidos da América do Norte. Aqui foi profetizado que este país, outrora baluarte da liberdade de consciência (civil), falará e legislará sob o domínio de Satanás – hoje já não está falando como dragão? Sadan Husain que o diga, não é?

Também exercia toda a autoridade da primeira besta na sua presença; e fazia que a terra e os que nela habitavam adorassem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada. Apoc 13:12

Os Estados Unidos se converteram em um poder semelhante ao poder papal – perseguidor – (um sistema igreja/estado), tal qual foi o sistema papal na Europa. Predisse também que os Estados Unidos imporá ao mundo a adoração semelhante ao sistema papal.

Esta besta tem chifres semelhantes a um cordeiro, o que vale dizer que é “cristã” nominalmente e imporá – por decreto – uma adoração do tipo cristão. Os Estados Unidos da América imporá o primeiro dia da semana, o domingo, como o dia oficial de adoração. Neste momento a feriada infligida ao poder papal em 1798 estará totalmente curada...

Isto acontecerá quando o mandato do oitavo nome papal, desde 1798, o sucessor de João Paulo II, a quem muito bem sabemos estar por pouco dias... Pois para ninguém é segredo a avançada idade e delicado estado de saúde do papa atual.

E operava grandes sinais, de maneira que fazia até descer fogo do céu à terra, à vista dos homens; e, por meio dos sinais que lhe foi permitido fazer na presença da besta, enganava os que habitavam sobre a terra e lhes dizia que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia. Apoc 13:13-14.

Vemos aqui o mundo apóstata cristão fazendo milagres procurando demonstrar que deus está com eles, quando na realidade é Satanás quem realiza esses milagres para enganar o mundo. Temos aprendido, através deste estudo, que o poder papal recobrará sua supremacia perdida quando os dez reis do Apocalipse 17 se unirem ao poder papal. Vimos também que o protestantismo apostatado dará a sua autoridade e poder ao papado para fazer guerra contra o povo de Deus. Aqui também se demonstra que os Estados Unidos da América do Norte formarão um sistema de igreja/estado (união) em que o dinheiro público será usado para financiar as atividades religiosas (perseguições) tais como se sucederam na Europa sob o poder papal.

Note-se também que esta “imagem” da primeira besta (a papal ante de 1798) fará com que o mundo adore a nova besta do após 1798. E isto incluirá a imposição do dia do domingo, indo de encontro ao sábado bíblico, como o dia de adoração religiosa, mediante uma lei, a lei dominical...

Foi-lhe concedido também dar fôlego à imagem da besta, para que a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta. Apoc 13:15

Todos aqueles que se recusarem a adorar este falso sistema político-religioso, serão sentenciados à morte. Aqueles que se recusarem a obedecer a lei dominical serão assassinados sob o aval da lei deste sistema Igreja/estado.

E fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na fronte, Apoc 13:16

No Apocalipse 14, Deus também coloca uma marca nas frontes de Seu povo. Esta marca é o chamado “selo de Deus”. Portanto, esta outra marca (da besta) é o oposto à marca ao selo que Deus coloca em Seu povo. Em Israel, o selo de Deus é sétimo dia da criação, o Sábado, um sinal entre Deus e o Seu povo. Note-se que a imagem que a besta obrigará a ser adorado, será um falso dia de repouso, o dia de domingo, já tão aceito pelo mundo protestante, em desacordo com a Bíblia e em apoio ao pretenso poder legislador do papa.

...para que ninguém pudesse comprar ou vender, senão aquele que tivesse o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Apoc 13:17

A igreja católica romana afirma que como sinal de sua autoridade, ela trocou o quarto mandamento da lei de Deus (Êxo 20:3-17). Os papas trocaram o quarto mandamento, colocando o primeiro dia da semana, o domingo, em lugar do sétimo dia da criação, o Sábado, como dia de adoração. Os papas mudaram a lei de Deus! Na página oficial do Vaticano, na Internet, podemos ler que João Paulo II deseja impor, mundialmente, a adoração do domingo com punições para os “hereges”.

Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis. Apoc 13:18

Pudemos ver, neste estudo que o número 666 representa o último bispo de Roma (papa). Sob este oitavo nome papal desde 1798, reviverá a perseguição e será aprovada a lei dominical. Com penalidades para quem não a cumprir. Estes, enfrentaram finalmente um decreto de morte. Quem viver, verá!

Vamos ler agora Apoc 11:18 que diz: Iraram-se, na verdade, as nações; então veio a tua ira, e o tempo de serem julgados os mortos, e o tempo de dares recompensa aos teus servos, os profetas, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra.

Esta é uma descrição da segunda vinda de Cristo para dar a recompensa aos Seus santos...

Abriu-se o santuário de Deus que está no céu, e no seu santuário foi vista a arca do seu pacto; e houve relâmpagos, vozes e trovões, e terremoto e grande saraivada. Apoc 11:19

A Arca do Testemunho contem os Dez mandamentos. Deus mostrará a Sua Santa Lei no céu durante sua Segunda vinda a esta Terra (Mat 24:30). Todos levantaram para ver e contemplar o quarto mandamento: Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou. Êxo 20:8-11.

Deus abençoou o sétimo dia e o santificou. O Sétimo dia, o Sábado é o selo de Deus... O oposto é a marca da besta. Que Deus os cubram de bênçãos. Amém! Ron Johnston

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