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Poesias-->O vendaval -- 09/03/2007 - 14:06 (Elpídio de Toledo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
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Fonte: Projekt Gutenberg. de

O vendaval.

DE Eugenie Marlitt



Goteja a neve. Está branca a terra,

Em torno do tanque o gelo brilhante.



Dois andarilhos passam depressa pela cinzenta

trilha coberta de neve rumo à casa segura.



O primeiro se inclina, seu medalhão acinzentado,

O outro ainda olha a vida alegremente.



Meu filho, ajuste-se bem na sua roupa de frio,

o vendaval vem por terra e por mar!"



"Deveria seu valente filho a borrasca temer?

Ruidosamente, ele sabe somente desprezar e zombar da mulher!"



E jubiloso ele entona com alegre prazer

uma boa modinha, de peito aberto.



Então, eles gritam vigorosamente. A densa neve cai,

E nuvens escondem a luz da lua.



"Meu olho está fraco, e meu olhar está embaçado,

meu filho, este caminho vai dar na cidade natal?"



"Será que nos perdemos, meu pai?

Meu cantar me deixa bastante confuso!"



O caminho está coberto e apagou-se o rasto.;

ofegante, ao longe a tempestade divisa.



A neve se amontoa como gigantesca represa ,

e pontiagudo gelo passa brilha ao redor.



Assim vagueiam por muito tempo. "Meu pai, pare,

não aguento mais, deixe-me morrer aqui a sós!"



Ele tem neve até nos joelhos. Soa junto

o vento da tempestade com selvagem força.



"Meu pai, você não ouve o canto distante,

este repique, o som de harpa?



E antes do tentador, doce barulho

silencia agora seu próprio gemido o enorme vento



Oh, velho homem, veja, eu cochilo aqui,

agora vá para casa, e cumprimente a mãe por mim"...



Huiii! Ruge então uma rajada de vento!

As nuvens se ajuntam como espumoso mar!



As árvores lascam na floresta vizinha

e, uivante, dolorido grito no ar ressoa.



"Oh pai, você vê a mulher divina lá

Com asas negras como a noite no esbelto corpo,



voeja em torno dela majestoso véu de grinalda

crinas iguais voadoras, chicoteadas pelo vento?



Oh, veja, o esplendor do par de olhos brilhando

flamejante como o sol no cinza da noite!"



Ele se alegra com o dourado!E o velho homem tremendo

quase coagula o sangue nas veias de tanto gelo.



"Veja pai, ela acena para mim braço branco de neve,

Eu sinto sua respiração como morno amor...



Abaixa-se para mim!... Lá vai ela!

Ele cai no chão com agudo grito!



Congelado de medo o velho fica,

nos seus lábios esmorecidos a derradeira oração.



Ele envolve no manto sua criança agonizante,

Então cambaleia rumo ao lar em meio à neve, o gelo e ao vento.



E para você também virá ajuda, ela nada ganhou,

o coração partiu-se, o orgulho está lá!



Seu filho dorme tão profundamente, e nunca desperta....

Nele completou-se a vingança do vendaval.









Die Windsbraut.



Es rieselt der Schnee. Die Erde ist weiß,

Umgeben vom Panzer aus glänzendem Eis.



Zwei Wanderer eilen durch mächtiges Graus

Beschneiten Pfades zum sicheren Haus.



Der eine gebeugt, seine Locken ergraut,

Der andere fröhlich ins Leben noch schaut.



"Mein Sohn, hülle fester dich ein ins Gewand,

Die Windsbraut fährt heut" über Meere und Land!"



»Die Windsbraut soll fürchten dein starker Sohn?

Laut kündet dem Weibe er Spott nur und Hohn!«



Und jubelnd er schmettert in jauchzender Lust

Ein munteres Liedchen aus voller Brust.



So schreiten sie rüstig. Der Schnee fällt dicht,

Und Wolken verhüllen des Mondes Licht.



»Mein Auge wird schwach, und mein Blick ist umflort,

Mein Sohn, führt der Weg auch zum Heimatort?«



»So haben, mein Vater, wir zwei uns verirrt?

Mein Singen, es hat mir den Sinn wohl verwirrt!«



Der Weg ist verweht und die Bahn, die ist aus –

Von ferne zieht pfeifend des Sturmes Gebraus.



Auf türmt sich der Schnee wie zu mächtiger Wehr,

Und spitziges Eis fähret glitzernd umher.



So irren sie lange. – »Mein Vater, halt ein,

Ich kann nicht mehr, laß mich hier sterben allein!«



Er sinkt in die Knie. Es rasselt heran

Der tobende Sturmwind mit wildem Gespann.



»Mein Vater, hörst du nicht den fernen Gesang,

Das Glockengeläute, den Harfenklang?



Und vor dem verlockenden, süßen Getön

Schweigt selbst jetzt des rasenden Windes Gestöhn –



O geh, alter Mann, sieh, ich schlummre hier,

Geh heim nun, und grüße die Mutter von mir...«



Huiii! Donnert ein brausender Windstoß daher!

Die Wolken sich türmen wie schäumendes Meer!



Die Bäume zersplittern im nahen Wald,

Und heulender Wehruf die Lüfte durchhallt.



»O Vater, siehst dort du das himmlische Weib

Mit nachtschwarzen Flügeln am schlanken Leib,



Umflattert von mächtiger Schleier Gewind

Gleich fliegenden Mähnen, gepeitscht vom Wind?



O siehe, des funkelnden Augenpaars Pracht

Durchflammt wie die Sonne das Grausen der Nacht!«



Er jauchzt, daß es gellt! und dem bebenden Greis

Gerinnt in den Adern das Blut fast zu Eis.



»Sieh Vater, sie winkt mir mit schlohweißem Arm,

Ich fühl" ihren Atem so liebewarm...



Hiernieder zu mir!... sie ziehet vorbei!«

Er stürzet zu Boden mit gellendem Schrei!



Erstarrt vor Entsetzen der Alte steht,

Auf der Lippe erstirbt ihm das heiße Gebet.



Er hüllt in den Mantel sein sterbendes Kind,

Wankt heim dann allein durch den Schnee und den Wind.



Und wird dir auch Hilfe, sie ist kein Gewinn,

Das Herz ist zerbrochen, der Stolz ist dahin!



Dein Sohn schläft so tief, daß er nimmer erwacht...

An ihm ward die Rache der Windsbraut vollbracht.





Veja mais==>>>Elpídio de Toledo



































































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