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Poesias-->Inverno -- 20/03/2007 - 21:20 (Elpídio de Toledo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
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Inverno.



As árvores cintilam anéis no gelo,

com misterioso silêncio gotejam neve.

Os flocos macios cobrem suavemente

as últimas feridas mortais das flores.

Somente dentre rígidos ramos pendem

rubras bagas, ainda frescas e leves,

vida de ilusão! Bochechas rosadas

em um semblante de cadáver.

O dourado sol irradia como sempre,

mas não aquece o tristonho chão.

Em olhos humanos lembra seu brilho,

e a gente vê os que são falsos e pérfidos.



Winter.

Die Bäume glitzern rings im Eise,

Unheimlich lautlos rieselt Schnee.

Die weichen Flocken decken leise

Der Blumen letztes Todesweh.

Nur zwischen starren Zweigen hangen

Noch rote Beeren, frisch und licht,

Ein täuschend Leben! Rosenwangen

Auf einem Leichenangesicht.

Die gold"ne Sonne strahlt wie immer,

Doch wärmt sie nicht das öde Land.

An Menschenaugen mahnt ihr Schimmer,

Die falsch und treulos man erkannt.

























Fonte: Projekt Gutenberg.de



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