Usina de Letras
Usina de Letras
74 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 

Artigos ( 60346 )

Cartas ( 21288)

Contos (13386)

Cordel (10358)

Cronicas (22276)

Discursos (3193)

Ensaios - (9712)

Erótico (13520)

Frases (48231)

Humor (19546)

Infantil (4824)

Infanto Juvenil (4173)

Letras de Música (5497)

Peça de Teatro (1345)

Poesias (139334)

Redação (3115)

Roteiro de Filme ou Novela (1062)

Teses / Monologos (2437)

Textos Jurídicos (1949)

Textos Religiosos/Sermões (5808)

LEGENDAS

( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )

( ! )- Texto com Comentários

 

Nota Legal

Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Poesias-->Perdão -- 22/05/2007 - 10:40 (Alessandro Martins) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Algo morno revira por entre

Cinzas esquecidas ao acaso de

Uma história comum entre as

As demais que vagam pelo mundo.

É a palavra em ressurreição...

Profanei sua essência quando

Tingi de letras a castidade das

Folhas brandas, procurando

O êxtase dos versos claros.

Maculei seu sagrado conjunto

Quando extirpei frases feitas

Procurando deitar poemas

Ao fundo de fôrmas de bolo.

Em formas fazias, em vão, quis

Desenhar o seu contexto imitando

Seus amantes, mas jamais eu

Poderia ser assim tão perfeito.

Sou apenas um acaso que escreve,

Um caso findo de quem compôs

Feroz quando reinava abonança.

Sou infiel no templo de suas vogais,

Consoante, talvez, com as horas

Que me cercam, com as honras se vão.

Quero tentar não mais misturar

A sintática que lhe faz melódica,

Numa tentativa desesperada de

Alcançar o seu perdão por

Um dia voltar a tingir de

Letras as folhas brancas com

Estes meus versos frios.

Comentarios
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui