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Poesias-->Soneto I, de Shakespeare. -- 31/07/2007 - 22:42 (Elpídio de Toledo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Clic"aqui: Oh, velhas águias, lobos, atenção!





















































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Soneto I



Desejamos a florescência da perfeição,

de modo que a beleza da rosa nunca perca o mimo,

pois, ao morrer, teu fruto maduro é tua consagração,

e assim transmite tua memória pra filha de arrimo.

Vives somente em ti, de ti mesma a beleza desfrutas,

atiças teu próprio brilho, que parece te consumir,

crias escassez da rica abundância,

queres ser cruel contigo mesma, ser o próprio inimigo.

Hoje ainda és a formosa jóia do mundo,

o único arauto do encanto da primavera,

se teu amor cai numa flor

torna exuberante, doce feltro, tua cobiça.

Tenha compaixão, não guarde tão riquíssimo dom,

é direito adquirido do mundo, em ti e na sepultura.



Soneto I



Wir wünschen Blüte der Vollkommenheit,

Auf daß der Schönheit Rose nie verdorrt,

Doch ist dem Tod die reife Frucht geweiht,

So pflanz" ein Erbe ihr Gedächtnis fort.

Du lebst nur dir, der Schönheit Selbstgenuß,

Schürst eignen Glanz, der dich verzehrend scheint,

Schaffst Hungersnot aus reichem Überfluß,

Grausam dir selbst gesinnt, dein eigner Feind.

Heut bist du noch der frische Schmuck der Welt,

Der einz"ge Herold für des Frühlings Reiz,

Doch wenn dein Schatz in einer Blüte fällt,

Wird zur Verschwendung, süßer Filz, dein Geiz.

Hab" Mitleid, birg nicht überreiche Gabe,

Der Welt Anrecht, in dir und in dem Grabe.



Fonte: Projekt Gutenberg.de





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