Usina de Letras
Usina de Letras
144 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 

Artigos ( 62219 )

Cartas ( 21334)

Contos (13263)

Cordel (10450)

Cronicas (22535)

Discursos (3238)

Ensaios - (10362)

Erótico (13569)

Frases (50614)

Humor (20031)

Infantil (5431)

Infanto Juvenil (4767)

Letras de Música (5465)

Peça de Teatro (1376)

Poesias (140800)

Redação (3305)

Roteiro de Filme ou Novela (1064)

Teses / Monologos (2435)

Textos Jurídicos (1960)

Textos Religiosos/Sermões (6189)

LEGENDAS

( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )

( ! )- Texto com Comentários

 

Nota Legal

Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Poesias-->ÁRVORES -- 04/03/2000 - 17:07 (Popó Magalhães) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Erguem&
61485.; se à minha frente,

Torcidas, contorcidas, combalidas

Imagens distorcidas.

Parecem com o onírico pavoroso,

Fazem&
61485.; me suar, tremer...

Clamo à mãe terra&
61485.;

Por que minhas irmãs árvores

São assassinadas desse jeito?

Dentro da noite ouço vozes sussurando,

À tarde a moeda sobe,

Sobe tão verde como as matas virgens...

Pela manhã, meu coração bate menos,

Muito menos.

O sangue verde não se estanca facilmente,

De repente tenho sede, sinto&
61485.; me cansado,

Molhado, apagado, nunca deslumbrado...

O carro do ano não é o meu objetivo,

As florestas, os rios e outros irmãos

Estão acima de qualquer prioridade,

Idade, mocidade ou atrocidade...

Existe a eternidade?

Cada momento é incerto, inadequado.;

Terra, fogo e ar não estão sozinhos,

Estamos, também, a caminho...

Guitarras, trombetas, cornetas pedem o alerta,

A porta ainda está aberta.

Comentarios
O que você achou deste texto?     Nome:     Mail:    
Comente: 
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui