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Poesias-->Soneto LIX, de Shakespeare. Eros e Psiquê. -- 30/06/2008 - 23:21 (Elpídio de Toledo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Veja mais==>>>Eros e Psiquê





texto







Se nada novo páira sob o Sol, o que é

foi antes, como se equivocam nossos cérebros,

labutam para criar, mas sofrem a dor do parto

e bisam idéia já parida por graça anterior.

Oh, aquele registro poderia descrever o passado,

pelo menos quinhentas parições de Sol,

mostrar-me sua imagem em algum livro antigo,

desde os tempos de Hesíodo,

para que eu soubesse o que diriam os primeiros humanos

sobre maravilhas do seu moldado corpo:

se os superamos, ou se eles foram melhores,

ou se nada mudou.

Oh, estou seguro que as mentes dos dias antigos,

para temas piores davam encantadores elogios.

Sonett LIX

Wenn alles da war, wenn nichts Neues lebt,

So ist der Geist in seiner Hoffnung blind,

Der in den Wehen neuen Schaffens bebt

Und nur nochmals trägt ein vorhandnes Kind.

Oh, könnten rückwärts meine Augen spähen

Fünfhundert Jahre mit der Sonne Lauf,

Dein Bild in einem alten Buch zu sehen,

Da Schrift zuerst nahm den Gedanken auf.

Gern sähe ich, wie man in alten Tagen

So stolz gefügtes Wunderwerk besang,

Ob jene uns, ob wir sie überragen,

Ob alles gleich blieb in der Zeiten Gang;

Doch sicher weiß ich, nicht so hohen Dingen

Ließ alte Zeit ein preisend Lied erklingen.

Sonnet LIX

If there be nothing new, but that which is

Hath been before, how are our brains beguil`d,

Which labouring for invention bear amiss

The second burthen of a former child.

Oh that record could with a backward look,

Even of five hundred courses of the sun,

Show me your image in some antique book,

Since mind at first in character was done,

That I might see what the old world could say

To this composed wonder of your frame;

Whether we are mended, or where better they,

Or whether revolution be the same.

Oh sure I am the wits of former days,

To subjects worse have given admiring praise.







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