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Poesias-->Soneto LXIII, de Shakespeare. A visita dos anjos. -- 25/01/2009 - 23:30 (Elpídio de Toledo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Veja mais==>>>A visita dos anjos



texto































Preparo meu amor que será como é agora,

pela mão prejudicial do tempo esmagado e usado;

quando horas exauriram seu sangue e encheram sua testa

com linhas e rugas; quando sua jovial manhã

fez-se declínio íngreme de idade até escuridão inânime;

e todas essas belezas sobre as quais ele agora reina

desaparecem, ou escapam à vista,

seu tesouro primaveril vai-se furtivamente;

de um tal tempo resisto agora

contra a cruel faca destruidora de idade,

que esta nunca cortará da memória

a beleza de meu doce amor, a despeito da vida de meu amante:

sua beleza deve ser vista nestas linhas negras,

e estas sobreviverão, e meu amado nelas florescerá.



Sonett LXIII

Einst ist mein Freund gebrochen und zerzaust,

Wie heute ich, von roher Zeiten Hand;

Sein Blut vertrocknet, und die Stirne kraust

Sich voller Runzeln, wenn zu rasch entschwand

Sein froher Tag in jähen Alters Nacht.

Und alles, was als König ihm gefront,

Die holden Reize, seines Lenzes Pracht,

Sie schwinden oder sind bereits entthront.

Für jene Zeiten will ich einen Schild

Ihm vor des Alters grausem Messer reichen,

Niemals soll es des Freundes süßes Bild

Aus dem Gedächtnis wie dem Leben streichen.

In diese schwarze Schrift fasse ich ihn ein,

Und so wie sie, wird er unsterblich sein.



Against my love shall be as I am now,

With Time´s injurious hand crushed and owner;

When hours have drain´d his blood and filled his brow

With lines and wrinkles; when his youthful morn

Hath travelled on to age´s steepy night;

And all those beauties whereof now he is king

Are vanishing, or vanished out of sight,

Stealing away the treasure of his spring;

For such a time do I now fortify

Against confounding age´s cruel knife,

That he shall never cut from memory

My sweet love´s beauty, though my lover´s life:

His beauty shall in these black lines be seen,

And they shall live, and he in them still green.













































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