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Poesias-->Desespero. I despair. Ich verzweifele. Je désespère. 我 -- 09/12/2011 - 12:26 (Elpídio de Toledo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Veja mais==>Minas em 2070: 350 anos de provincianismo

texto



Os netinhos não são da vovó,

mas a mãe separada quer dinheiro,

quer achar o pai em algum mocó,

mas vovó não cai nesse vespeiro.



Meninos, pela janela,

livrem-se, pra vocês: fim do mundo.

O que farão com ela?

Talvez torná-la um ser infecundo.



Outra, aos cuidados da titia,

cujo casório a irmã fez gorar,

paga com dolorosa asfixia,

mal os 3 anos ia celebrar.



Menina, pela garganta,

livre-se, pra você: fim de jornada.

O que farão com a governanta?

Talvez seja condenada.



Escondida do marido

ela faz seu próprio parto,

mata o recém-nascido

como se fosse um lagarto.



Menino, no coração

livre-se com dez facadas,

sua vida em mundo são

aguarda novas moradas.



Menino, 13 anos, que azar,

infeliz contratação:

empreitada pra lhe matar,

e à mãe não pagar pensão.



Covardia e vingança,

diz o jornal.

Abro mão da esperança,

matar é que é um à toa muito ativo, banal.



Los nietos no son de la abuela,

pero la madre divorciada quiere dinero,

ella quiere encontrar al padre en algún rabillo,

pero la abuela no entra en ese vespero.



Niños, por la ventana,

libertense, para ustedes: el fin del mundo.

¿Qué van a hacer con la madre?

Quizás ellos hacen de ella un ser infecundo.



Otra, al cuidado de la tía,

cuya boda la hermana hizo perdida,

paga con dolorosa asfixia,

mal los 3 años de edad iba a celebrar.



Chica, por la garganta,

libertese, para usted: el fin del mundo.

¿Qué van a hacer con la tía-niñera?

Quizás ellos hacen de ella un ser infecundo.



Oculta de su marido

ella hace su propio parto,

ella mata el recién nacido

como un lagarto.



Niño, en el corazón

liberetse, para usted: diez puñaladas,

su vida en el mundo sano

espera nuevas moradas.



Chico, 13, que azar,

infeliz contratación:

conjura para matarlo,

y así, el padre no paga pensión.



Cobardía y venganza,

dice el diario matinal.

Yo renuncio a la esperanza,

matar és que és ocio muy activo, banal.



The grandchildren are not of the grandma,

but the divorced mother wants money,

she wants to find the father in some place,

but grandma doesn´t get in that vespiary.



Children, throught the window,

Free yourselves, for you: the end of the world.

What will they make with the mother?

Maybe they will make one being infertile.



Another, under the care of the auntie,

whose wedding the sister to lost made,

she pays with painful asphyxia,

badly the 3 years old she would celebrate.



Girl, by the throat,

free yourself, for you, end of the world.

What will they do with the auntie-nanny?

Maybe they will make one being infertile.



Hidden of her husband

she makes her own parturition,

she kills the newborn

like a lizard.



Child, in the heart

get rid yourself with ten stabs,

his life in the heathy world

awaits new homes.



Boy, 13, that bad luck,

unhappy recruiting:

taskwork to kill him,

so, the father doesn´t pay pension.



Cowardice and vengeance

says the journal.

I renounce hope,

to die is also one very active leisure, it is banal.







































































































































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