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Poesias-->Adeuses mágicos. Magisches Abschieds. -- 24/06/2015 - 01:20 (Elpídio de Toledo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Clique com o dedo direito no meu nome,

a seguir, e escolha "abrir em nova janela" para ouvir essa música de minha

lavra e parceria com Eduardo Toledo. Minha gaita Honner dá o tchã,

enquanto a voz dele se evidencia.

===>>>Elpidio Toledo




texto



Primeiro, grande perda, em terra.

Que derrota!?...

Agora, enorme, pelo ar que nos encerra.

Ambas, inícios de rota.



Nada mais a sensorear,

adeuses mágicos;

nada mais a delinear e condensar,

horizontes trágicos.



A magia da Natureza

está em nos esconder,

sempre com surpresa,

fazer-nos desaparecer.



Pode ser que surja água

na próxima desaparição,

o horizonte sem mágoa

some, não tem perdão.



Ou, quem sabe, vêm labaredas?

O fogo também consome

formas em quaisquer veredas;

a Natureza de volta nos come.



Ainda somos vozes e sensores

que, não sei por quê, restamos,

certo é que entre cores, odores

e alegrias, do Real desfrutamos.





Zuerst großer Verlust, auf  Boden.

Welche Niederlage? ...

Nun, riesige, durch den Luft, die uns schließen.

Beide, route Anfänge.



Nichts mehr über sensorische,

Magische Abschieds;

nichts mehr zu beschreiben und zu kondensieren,

tragische Horizonte.



Die Magie der Natur

ist in  uns verstecken,

es immer von Überraschung,

sie  macht uns verschwinden.



Es kann sein, dass das Wasser

erscheint im nächsten Verschwinden,

der Horizont ohne Trauer

verschwindet, spielt es keine Vergebung.



Oder, wer weiß, Alte Flammen kommen?

Das Feuer verzehrt auch

Formen in irgendeiner Weise;

die Natur kommt zurück und isst uns.



Wir sind immer noch Stimmen und Sensoren

dass, ich weiß nicht, warum, wir bleiben ,

Tatsache ist, dass zwischen den Farben, Gerüchen

und Freuden, der Wirklichkeit wir genießen.





First, big loss, by earth.

What defeat!?...

Now, huge, by the air which closes us. Both, route beginnings.



Nothing more about sensorial,

magics goodbyes;

nothing else to delineate and to condense,

tragics horizons.



The magic of the Nature

is in hiding us,

always with surprise,

in making us to disappear.



It can be that water appears

in the next disappearance,

the horizon without sorrow

disappears, it doesn´t forgiveness.



Or, who knows, flames come?

The fire also consumes

forms in any way;

the Nature come back and eats us.



We are still voices and sensors

that, I don´t know why, we remained,

fact is that between colors, odors

and joys, of the Royal we enjoy.











































































































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