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Cronicas-->A cólera das legiões -- 03/10/2007 - 10:14 (Félix Maier) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Uma carta pode abalar um império?

A carta de Marcus Flavinius:

"Ao deixar nossa terra natal, disseram-nos que íamos defender os direitos sagrados a nós conferidos por tantos de nossos cidadãos assentados em além-mar, por tantos anos de nossa presença, por tantos benefícios levados por nós para populações que necessitavam de nossa assistência e de nossa civilização.

Fomos capazes de verificar que tudo era verdadeiro e, porque era verdadeiro, não hesitamos em derramar nossa cota de sangue, em sacrificar nossa juventude e nossas esperanças.

Não nos arrependemos de nada, mas enquanto aqui somos inspirados por este estado de espírito, dizem-me que, em Roma, as facções e conspirações são numerosas, que as traições prosperam, e que muitas pessoas em suas incertezas e confusões dão atenção às horríveis tentações de abandonar e difamar nossas ações.

Não posso acreditar que tudo isto seja verdadeiro, ainda que as guerras recentes tenham mostrado quão prejudiciais tais ambientes possam ser e aonde possam levar.

Apresse-se em acalmar-me - é o que peço - e diga-me que nossos amigos cidadãos nos entendem, apoiam-nos e nos protegem, como estamos protegendo a glória do Império.

Se for de outra forma, se tivermos que deixar nossos alvos ossos em vão, nestas areias desertas, então tomem cuidado com a cólera das legiões."


Marcus Flavinius, Centurião da Segunda Coorte da Legião Augusta, em carta ao seu primo Tertullus, em Roma, aproximadamente no ano 20 DC.


"Estaremos sempre solidários com aqueles que, na hora da agressão e da adversidade, cumpriram o duro dever de se opor a agitadores e terroristas de armas na mão, para que a Nação não fosse levada à anarquia" (General Walter Pires de Carvalho e Albuquerque).


Obs.: Texto recebido de um amigo (F.M.).



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