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Cronicas-->Sistema de cotas: projeto racista para dividir a sociedade -- 09/10/2007 - 15:42 (Félix Maier) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Projeto de dividir

O Globo, 7/10/2007

A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) funcionava, até há poucos anos, como o único laboratório para a experiência de adoção de reserva de vagas para vestibulandos autodeclarados "negros", "pardos" e "índios".

Em seguida, a Universidade de Brasília (UnB) ganhou destaque no noticiário por instituir o método da comprovação por fotografia do direito de disputar, com vantagens, uma vaga no seu vestibular.

A partir daquele momento, aquela universidade firmou-se como um bunker de movimentos negros, de militantes do racialismo que também campeia em Brasília, incrustado no poder.

A mais recente e assustadora iniciativa da UnB é criar bancas de examinação para checar a cor da pele do candidato. Isso porque o sistema das fotos havia sido desmoralizado por ter fundamentado decisões opostas sobre irmãos gêmeos univitelinos aspirantes às cotas.

Agora, funcionará essa espécie de tribunal racial, de fazer lembrar tragédias patrocinadas pela Humanidade na primeira metade do século passado na Europa.

Uma proposta nada pacífica, as cotas raciais continuam a dividir o mundo acadêmico. E o pior acontecerá caso seja aprovado no Congresso o Estatuto da Igualdade Racial, programa que poderia ter saído da imaginação de George Orwell. Nada mais novilíngua do que chamar de "igualdade racial" aquilo que nada tem de igualitário.

O estatuto, destinado a criar cotas em várias atividades, é peça-chave para se impor o conceito de uma sociedade dividida entre "brancos", de um lado, e "negros" e "pardos" de outro - uma catástrofe histórica para um país que tem todas as vantagens da miscigenação, entre elas a inexistência de tensões raciais.

O debate das cotas transcende, portanto, a Universidade. Ela é um aspecto do problema. Além de tornar relativo o conceito do mérito no ensino, essas políticas de cunho racista importam conflitos e graves questões que costumávamos acompanhar de longe.


Obs.: O sistema de cotas para negros atende a dois tipos de patifes:
1) os racistas;
2) os vagabundos de cor negra, que não precisam estudar para entrar na universidade (F.M.).




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