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Poesias-->A morte do poeta, de Rilke. -- 16/07/2001 - 23:29 (Elpídio de Toledo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
DER TOD DES DICHTERS A MORTE DO POETA

Er lag. Sein aufgestelltes Antlitz war Eli morria. Teu rosto apresentava-se pálido

bleich und verweigernd in den steilen Kissen, E recusava, no travesseiro inclinado,

seitdem die Welt und dieses von-ihr-Wissen, Desde que ficaram sem conexão teus sentidos

von seinen Sinnen abgerissen, O mundo e o que sabia deste,

zurückfiel an das teilnahmslose Jahr. Recaiu naquele ano indiferente.



Die, so ihn leben sahen, wussten nicht, Os que com ele conviveram, não sabiam,

wie sehr er Eines war mit allem diesen.; Como ele foi tão único com tudo isso.;

denn Dieses.; diese Tiefen, diese Wiesen Pois isso, essas profundezas, esses prados

und diese Wasser waren sein Gesicht. E essa água eram teu rosto.



O sein Gesicht war diese ganze Weite, Oh, teu rosto tinha toda essa amplidão,

die jetzt noch zu ihm will und um ihn wirbt.; Que ainda o queria e em torno dele se agitava.;

und seine Maske, die nun bang verstirbt, E tua máscara, que agora de medo morria,

ist zart und offen wie die Inneseite É frágil e aberta como a parte interna

von einer Frucht, die an der Luft verdirbt. De uma fruta que perece no ar.

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