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Cronicas-->Exemplo da Argentina: Veja até onde Tarso Genro quer chegar -- 01/09/2008 - 13:23 (Félix Maier) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Atenção:

nos últimos meses, 40 militares argentinos - que atuaram na repressão ao terrorismo comunista em décadas passadas - morreram nas prisões do Estado. Um envenenado por cianureto, outro morto por enforcamento e os demais por "falta de assistência médica".

No Uruguai e no Chile, ocorrem eventos similares, também por mãos de comunistas no poder estatal.

Abaixo, em "nota da Executiva", o comuno-petismo reafirma sua intenção de submeter às mesmas humilhações e calvário aqueles nossos Soldados que os impediram, em `64, de impor-nos uma ditadura de feição castro-comunista.
Irão insistir e insistir... até que o consigam, num passo decisivo para destruição de nossas Forças Armadas.

Porque sabem que elas são, hoje no Brasil, a única força viva e o derradeiro valor moral capacitado a barrar seus planos de poder totalitário.

Nossos Soldados representam nossa última esperança de salvaguarda das liberdades democráticas e do Estado de Direito. Não apoiá-los, não lutar por eles, equivale a fazer o jogo dos comunistas, ajudá-los em sua traição à nação.
Ainda mais grave, abandonar nossos militares neste momento de perigo, seria prestar-se atestado de caráter de sarjeta, de repugnante irresponsabilidade e ingratidão àqueles bravos que sacrificaram vidas e carreiras em nossa defesa.

A vitória dos comunistas neste empenho significará mais que a derrota da honra e da justiça: implicará que nós, brasileiros, mereceremos integralmente - por abjeta corvardia e endêmica falta de caráter - o destino de escravos a nos ser imposto pela Peste Vermelha.

Pense.

E aja!

M.


http://www.pt.org.br/portalpt/index.php?option=com_content&task=view&id=14915&Itemid=195

27/08/2008 - 20:15

Em nota da Executiva, PT reafirma posições sobre Direitos Humanos

A Comissão Executiva Nacional do PT aprovou nesta quarta-feira (27) nota a propósito dos 29 anos da Lei da Anistia - que se completam amanhã - e das posições do partido relativas às questões dos Direitos Humanos. Leia a íntegra:

Nota sobre Direitos Humanos e Anistia
A Comissão Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores, reunida no dia 27 de agosto de 2008, véspera de aniversário da Lei da Anistia, reafirma as resoluções sobre Direitos Humanos aprovadas no 3º Congresso Nacional do PT:

a) crimes contra a humanidade não prescrevem;

b) a Lei da Anistia de 1979 não beneficia quem cometeu crimes como a tortura nem impede o debate público, a busca da verdade e da Justiça;

c) a punição aos violadores de direitos humanos é tarefa da Justiça brasileira. Esperamos que o Poder Judiciário atenda aos reclamos das vítimas, especialmente dos familiares de mortos e desaparecidos.

A Comissão Executiva Nacional repudia os ataques difamatórios feitos por setores conservadores e antidemocráticos contra os companheiros Paulo Vannucchi e Tarso Genro.

Brasília, 27 de agosto de 2008.

Comissão Executiva Nacional do PT
Nossos governantes

Rede Pr?-Brasil
Quinta-feira, 28 de agosto de 2008


*

Jornal do Brasil

Nossos governantes

Olavo de Carvalho

Desafio o governo Lula e seus 60 intelectuaizinhos de estimação, os partidos de esquerda, o dr. Baltasar Garzón e todos os camelós de direitos humanos a provar que qualquer das afirmações seguintes não corresponde aos fatos:

1. Todos os militantes de esquerda mortos pela repressão à guerrilha eram pessoas envolvidas de algum modo na luta armada. Entre as vítimas do terrorismo, ao contrário, houve civis inocentes, que nada tinham a ver com a encrenca.

2. Mesmo depois de subir na vida e tomar o governo, tornando-se poderosos e não raro milionários, os terroristas jamais esboçaram um pedido de perdão aos familiares dessas vítimas, muito menos tentaram lhes dar alguma compensação moral ou material. Nada, absolutamente nada, sugere que algum dia tenham sequer pensado nessas pessoas como seres humanos; no máximo, como detalhes irrisórios da grande epopéia revolucionária. Em contrapartida, querem que a opinião pública se comova até às lágrimas com o mal sobrevindo a eles próprios em retaliação pelos seus crimes, como se a violência sofrida em resposta à violência fosse coisa mais absurda e chocante do que a morte vinda do nada, sem motivo nem razão.

3. Bradam diariamente contra o crime de tortura, como se não soubessem que aprisionar à força um não-combatente e mantê-lo em cárcere privado sob constante ameaça de morte é um ato de tortura, ainda mais grave, pelo terror inesperado com que surpreende a vítima, do que cobrir de pancadas um combatente preso que ao menos sabe por que está apanhando. Contrariando a lógica, o senso comum, os Dez Mandamentos e toda a jurisprudência universal, acham que explodir pessoas a esmo é menos criminoso do que maltratar quem as explodiu.

4. Mesmo sabendo que mataram dezenas de inocentes, jamais se arrependeram de seus crimes. O máximo de nobreza que alcançam é admitir que a época não está propícia para cometê-los de novo - e esperam que esta confissão de oportunismo tático seja aceita como prova de seus sentimentos pacíficos e humanitários.

5. Consideram-se heróis, mas nunca explicaram o que pode haver de especialmente heróico em ocultar uma bomba-relógio sob um banco de aeroporto, em aterrorizar funcionárias de banco esfregando-lhes uma metralhadora na cara, em armar tocaia para matar um homem desarmado diante da mulher e do filho ou em esmigalhar a coronhadas a cabeça de um prisioneiro amarrado - sendo estes somente alguns dos seus feitos presumidamente gloriosos.

6. Dizem que lutavam pela democracia, mas nunca explicaram como poderiam criá-la com a ajuda da ditadura mais sangrenta do continente, nem por que essa ditadura estaria tão ansiosa em dar aos habitantes de uma terra estrangeira a liberdade que ela negava tão completamente aos cidadãos do seu próprio país.

7. Sabem perfeitamente que, para cada um dos seus que morria nas mãos da polícia brasileira, pelo menos 300 eram mortos no mesmo instante pela ditadura que armava e financiava a sua maldita guerrilha. Mas nunca mostraram uma só gota de sentimento de culpa ante o preço que sua pretensa luta pela liberdade custou aos prisioneiros políticos cubanos.

Desses sete fatos decorrem algumas conclusões incontornáveis. Esses homens têm uma idéia errada, tanto dos seus próprios méritos quanto da insignificància alheia. Acham que surrar assassinos é crime hediondo, mas matar transeuntes é inócuo acidente de percurso (e recusam-se, é claro, a aplicar o mesmo atenuante às mortes de civis em tempo de guerra, se as bombas são americanas). São hipersensíveis às suas próprias dores, mesmo quando desejaram o risco de sofrê-las, e indiferentes à dor de quem jamais a procurou nem mereceu. Procedem, em suma, como se tivessem o monopólio não só da dignidade humana, mas do direito à compaixão. Qualquer tratado de psiquiatria forense lhes mostrará que esse modo de sentir é característico de criminosos sociopatas, ególatras e sem consciência moral. Não tenham ilusões. É esse tipo de gente que governa o Brasil de hoje.

Olavo de Carvalho - filósofo


"Sem ilusões:

- com comunistas não se conversa, não se negocia, não se fazem acordos... Como aos virus, exterminam-se!

Inexistem alternativas.

Porque são os mais venenosos, traiçoeiros e mortais inimigos com que a Humanidade teve que haver-se ao longo dos milênios da História conhecida.

São, hoje, a clara evidência do Mal Manifesto: como a peste, espalham a mentira, a miséria, a degradação, o genocídio e a destruição de toda a Luz do Homem."


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