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Contos-->24.06.2020 - O Forró da Dona Luzia (Lembranças de Manicoré – -- 24/06/2020 - 08:01 (TARCISO COELHO) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
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Diário da Pandemia

 

O Forró da Dona Luzia (Lembranças de Manicoré – AM)

 

Em tempo de São João O forró se ensaiava Era providência maior Que Dona Luzia tomava Mas qualquer dia ou hora Muito bom era dançar Lá Boate Sovaco e também pra namorar Tomar umas com João Dodó Era muito engraçado Não havia coisa melhor Que ouvir seu bate papo Ir pro Atininga pescar Era a maior terapia Quando a coisa esquentava Era pra lá que eu corria No pedaço de Madeira O homem que mais cheirava Era Dr. Antonio Dentista Que dente não arrancava A pizza mais gostosa Era a do lido bar Que o velho Timm alemão Bem sabia preparar Pra pegar tucunaré O melhor rio de lá Era o grande Maici Só de oito quilos pra lá Comer um bom churrasco Só na Democracia Quando Antônio Duarte O bom assado fazia O caldo de Bacurau Melhor que eu comia Era o que a amiga Tapuia Em seu restaurante fazia De noite depois da festa Para ressaca tirar Era na Dona Peruana Que sopa eu ia tomar Na casa dos amores Tinham mulheres e dança Mas só o que eu queria Era abraçar Dona França Tinha a Rua da Cachaça Pra beber até pegar gastrite Que o poeta a transformou Na famosa Drink Street Essas são lembranças Que guardo sempre de lá E dos meus grandes amigos Continuo agora a falar Antônio Sena se foi Deus o tenha em bom lugar Os outros ainda nem sei Se todos estão por lá Arindal, Adauto, Zé Vaz, Dr. Antônio e Valdomiro, Que tenham saúde e paz São desejos deste amigo De alguns outros biriteiros Lembrar nomes não consigo Porém são todos amigos Que os levo sempre comigo O Chico Pescador disse que vai aí pra pegar tucunaré Nas águas do Maici E para os versos findar Digo a Dr. Antônio Medeiros Só quando um dia voltar Ao Sindicato dos Biriteiros Tarciso Coelho, 06.07.2002

 

 

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Diário da Pandemia

 

                                       

O Diário da Pandemia

Que inventei de escrever

Jamais teve a intenção

Que não só o meu querer

De o dia a dia registrar

Pra no futuro lembrar

O que estamos a viver

 

 

Mas é preciso dizer

Aqui não vou divulgar

Notícias de tristeza

Já que quero me alegrar

E se esse meu escrever

Nem pouco alegrar você

Mal também não lhe fará.

 

 

Caros Amigos,

 

 

A partir de 22.03.2020, passei a publicar versos meus em outras situações, retornando ao assunto em pauta apenas eventualmente.

 

Fique á vontade para lê-los ou relê-los no seguinte endereço:

 

www.usinadeletras.com.br

Autores

Letra T

TARCISO COELHO

Contos

 

Obs.: Fico grato pelas visitas, inclusive a outros trabalhos lá publicados, bem como aos comentários que tiverem a bondade de escrever.

 

 

 

Abraços a todos.

 

 

Tarciso Coelho, Crato (CE), 24.06.2020.

 

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