Usina de Letras
                                                                         
Usina de Letras
189 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 

Artigos ( 59109 )

Cartas ( 21236)

Contos (13108)

Cordel (10292)

Crônicas (22195)

Discursos (3164)

Ensaios - (9435)

Erótico (13481)

Frases (46496)

Humor (19274)

Infantil (4456)

Infanto Juvenil (3718)

Letras de Música (5478)

Peça de Teatro (1337)

Poesias (138219)

Redação (3051)

Roteiro de Filme ou Novela (1060)

Teses / Monologos (2427)

Textos Jurídicos (1945)

Textos Religiosos/Sermões (5519)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Contos-->13.07.2020 - Charles Chaplin -- 13/07/2020 - 06:28 (TARCISO COELHO) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
.

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=554624931237308&id=431271660239303

 

Diário da Pandemia

 

Charles Chaplin

 

 

No Brasil, um outro Charles, o poeta Drummond de Andrade – também um “inadaptado” exposto à galhofa, um “gauche na vida” – celebrou com belas palavras o genial vagabundo inglês e universal, a um só tempo: “Dignidade da boca, aberta em ira justa e amor profundo,/crispação do ser humano, árvore irritada, contra a miséria e a fúria dos ditadores,/ó Carlito, meu e nosso amigo, teus sapatos e teu bigode caminham numa estrada de pó e esperança” (versos livres e longos do “Canto ao Homem do Povo Charlie Chaplin”, no livro “A rosa do povo”, de 1945).

 

 

Veja mais em: https://domtotal.com/noticia/752011/2014/05/chaplin-para-sempre/

 

-x-x-x-x-x-x-

A esperança não é a última que morre; é sim, a única que sobrevive além da nossa morte (A. Sampson).

-x-x-x-x-x-x-

 

 

Últimas Notícias: https://www.uol.com.br/

 

 

Diário da Pandemia

 

 

O Diário da Pandemia

Que inventei de escrever

Jamais teve a intenção

Que não só o meu querer

De o dia a dia registrar

Pra no futuro lembrar

O que estamos a viver

 

 

Mas é preciso dizer

Aqui não vou divulgar

Notícias de tristeza

Já que quero me alegrar

E se esse meu escrever

Nem pouco alegrar você

Mal também não lhe fará.

 

 

Caros Amigos,

 

 

A partir de 22.03.2020, passei a publicar versos meus em outras situações, retornando ao assunto em pauta apenas eventualmente.

 

 

Para lê-los ou relê-los clique: https://bit.ly/tarcisocoelho

 

 

 

Obs.: Fico grato pelas visitas, inclusive a outros trabalhos lá publicados, bem como aos comentários que tiverem a bondade de escrever.

 

 

 

Abraços a todos.

 

 

Tarciso Coelho, Crato (CE), 13.07.2020.

 

 

Comentários

O que você achou deste texto?        Nome:     Mail:    

Comente: 
Perfil do AutorSeguidores: 6Exibido 79 vezesFale com o autor