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Contos-->09.08.2020 - Minha Aposentadoria -- 08/08/2020 - 17:59 (TARCISO COELHO) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
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https://youtu.be/XfLfGoJKOEI

Diário da Pandemia

 

Minha Aposentadoria

 

Vou embora pro meu Ceará Porque lá tenho um nome Não sou Luiz com fome E aqui não posso ficar Foram vinte e oito anos De trabalho no Banco Aguentando firme no tranco Como previam meus planos Não pisei subordinado Nem puxei saco de Chefe Pois não sou um mequetrefe Tenho muito é trabalhado Hoje estou realizado Com a missão cumprida E mais uma vez de ida Para o meu solo prezado Pode ser seco e duro Chover pouco e ser quente Mas a sua boa gente Acredita no futuro Não estou indo pro escuro Lá meu sol é bem mais claro E banho de mar não é raro Tenho a praia do futuro Esta história teve começo No Sertão Pernambucano Setenta e seis era o ano Até o dia não esqueço Foi em trinta de dezembro Tomei posse em Salgueiro E não houve desespero Isso é coisa que não lembro Depois fui pra Juazeiro, Parnamirim, Piancó E nunca me senti só Em dezembro ou janeiro Manicoré me abraçou Na nossa grande Amazônia Pois digo sem parcimônia Quem passou ali gostou Retornando ao Pernambuco Fui à São Vicente Férrer E na volta não há quem erre Se já não estiver caduco Ali passei quatro anos Até noventa e dois Para AUDIT fui depois Onde passei nove anos Conheci todo o Brasil À exceção de três estados Que fui só aos seus lados Mas suas terras não vi Picos e Rio Branco As duas últimas paradas Talvez melhores estadas Das que tive no meu Banco Não esqueci Wanderley Onde um dia fui adido E na Bahia fui querido Do seu povo que amei Aos colegas meu abraço Aos clientes agradecimento Pois não há esquecimento Na lembrança sempre trago Quem te ama de bom grado Por tudo que me destes Diz feliz um cabra da peste Banco do Brasil muito obrigado! 6.596.285-0 Luiz Tarciso Coelho Bezerra Rio Branco (AC), julho/2004

 

Rio Branco (AC) – Décima quarta cidade

 

Rio Branco é um município brasileiro, capital do estado do Acre, na Região Norte do país e principal centro financeirocorporativopolítico e cultural do estado. Distante 3.030 quilômetros de Brasília, capital federal, localiza-se às margens do Rio Acre.

Sua população, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é de 407.319 habitantes, fazendo de Rio Branco a sexta cidade mais populosa da Região Norte do Brasil. Sua área territorial é de 8.834,942 km², sendo o quinto município do estado em tamanho territorial. De toda essa área, 44,9559 km² estão em perímetro urbano, o que classifica Rio Branco como sendo a 62ª maior do país.

Sendo a 4ª capital mais antiga da Região Norte do Brasil, após BelémManaus e Macapá, o povoamento da região de Rio Branco se deu no fim do século XIX, com a chegada de nordestinos. O desenvolvimento do município ocorreu durante um grande período dado pelo Ciclo da Borracha. Nesta época ocorreu ainda uma miscigenação intensa da população, com a união entre o branco nordestino de ascendência portuguesa, os afro-brasileiros e os índios, principalmente da etnia Culinas, em conjunto com povos vindos de outras regiões do mundo, principalmente os espanhóisportugueseslibanesesitalianos e turcos.

A capital ganhou este nome em homenagem a José Maria da Silva Paranhos Júnior, que tornou-se amplamente conhecido pelo seu título nobiliárquicoBarão do Rio Branco. Antes estabelecida no Seringal Volta da Empresa, a prefeitura teve sua sede transferida em 1909 para onde se localizava o Seringal Empreza. Em 1912 a Vila Pennápolis, que se chamava assim em homenagem ao então Presidente do BrasilAfonso Pena teve seu nome alterado para Rio Branco, em homenagem ao diplomata que anexara o Acre ao Brasil.

Barão do Rio Branco nasceu em 20 de Abril de 1845 no Rio de Janeiro. Iniciou-se na carreira política como promotor e deputado, ainda no Império. Assumiu o Ministério das Relações Exteriores, de 3 de dezembro de 1902 até sua morte, em 1912. Além de diplomata, foi geógrafo e historiador. Junto com Assis Brasil e José Plácido de Castro, teve papel de destaque na Questão do Acre, que culminou com a assinatura do Tratado de Petrópolis, entre Brasil e Bolívia, pondo fim ao conflito dos dois países em relação ao território do Acre, que passou a pertencer ao Brasil mediante compensação econômica e pequenas concessões territoriais.

A capital do estado do Acre (o nome Acre origina-se de Aquiri, transcrita pelos exploradores desta região da palavra Uwakuru do dialeto dos índios Apurinã), surgiu a partir do seringal fundado em 28 de dezembro de 1882, pelo cearense Neutel Maia.

Segundo a tradição, em fins de 1882, numa pronunciada volta do rio Acre, uma frondosa gameleira chamou a atenção de exploradores que subiam o rio e levou-os a abrir um seringal ali mesmo. Tratava-se do seringalista Neutel Maia, que, com sua família e trabalhadores, chegava à região do Acre.

Maia fundou o seu primeiro seringal, Seringal Volta da Empresa, à margem direita do rio Acre, ao longo da grande curva do rio, onde ainda hoje está a gameleira - no local em que hoje se encontra o Segundo Distrito. Ali foi iniciada a construção de barracões, em terras antes ocupadas pelas tribos indígenas Aquiris, Canamaris e Maneteris.

Em seguida, Maia abriu um outro seringal, na margem esquerda do rio Acre - onde atualmente está instalado o Palácio do Governo do Acre - com o nome de Seringal Empresa.

Anos depois, a mesma gameleira seria testemunha dos combates travados na Volta da Empresa, entre revolucionários acreanos e tropas bolivianas, durante o crítico período da Revolução Acreana, que tornou o Acre parte do Brasil, no início do Século XX.

Terminada a Revolução Acreana, após a assinatura do Tratado de Petrópolis, em 17 de novembro de 1903, e a anexação definitiva do Acre - agora Território Federal do Acre - ao Brasil, Rio Branco foi elevada à categoria de vila, tornando-se sede do departamento do Alto Acre.

Cunha Matos, a mando do governo federal, chegou ao Acre em 18 de agosto de 1904, para governar, como prefeito, o departamento do Alto Acre, cargo que exerceu até 1905. No dia 19 de agosto de 1904, Cunha Matos decidiu estabelecer a sede provisória de sua prefeitura no povoado criado em torno do seringal Volta da Empresa, onde hoje está o Segundo Distrito da capital, à margem direita do rio Acre. A povoação passou a ser chamar-se Vila Rio Branco no dia 22 de agosto de 1904.

 

Veja mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Branco

 

https://youtu.be/6X07plmu6Zc

 

Últimas Notícias: https://www.uol.com.br/

 

 

Diário da Pandemia

 

 

O Diário da Pandemia

Que inventei de escrever

Jamais teve a intenção

Que não só o meu querer

De o dia a dia registrar

Pra no futuro lembrar

O que estamos a viver

 

 

Mas é preciso dizer

Aqui não vou divulgar

Notícias de tristeza

Já que quero me alegrar

E se esse meu escrever

Nem pouco alegrar você

Mal também não lhe fará.

 

 

Caros Amigos,

 

 

A partir de 22.03.2020, passei a publicar versos meus em outras situações, retornando ao assunto em pauta apenas eventualmente.

 

 

Para lê-los ou relê-los clique: https://bit.ly/tarcisocoelho

 

 

 

Obs.: Fico grato pelas visitas, inclusive a outros trabalhos lá publicados, bem como aos comentários que tiverem a bondade de escrever.

 

 

 

Abraços a todos.

 

 

Tarciso Coelho, Crato (CE), 09.08.2020.

 

 

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