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Contos-->10.08.2020 - MANIFESTO PARA CRIAÇÃO DE FILHOS PLENOS -- 09/08/2020 - 20:49 (TARCISO COELHO) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
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https://youtu.be/Vm82bgPF-Ck

Diário da Pandemia

 

MANIFESTO PARA CRIAÇÃO DE FILHOS PLENOS

Acima de tudo, quero que você saiba que é amado e que tem a capacidade de amar.

Você descobrirá isso por meio de minhas palavras e atitudes: as lições sobre o amor estão na maneira como eu o trato e como eu trato a mim mesmo.

Quero que você se relacione com o mundo a partir de um sentimento de dignidade e de autovalorização.

Você descobrirá que é digno de amor, aceitação e alegria todas as vezes que me vir praticando amor-próprio e acolhendo minhas próprias imperfeições.

Nós praticaremos a coragem em nossa família ao nos mostrarmos, ao deixarmos que nos vejam e ao valorizarmos a vulnerabilidade. Compartilharemos nossas histórias de fracasso e de vitória. Em nosso lar sempre haverá espaço para ambas.

Nós lhe ensinaremos a compaixão exercendo-a primeiro com nós mesmos e, então, uns com os outros. Colocaremos e respeitaremos limites; valorizaremos o esforço, a esperança e a perseverança. Descanso e brincadeira serão valores de família, assim como práticas de família.

Você aprenderá sobre responsabilidade e respeito ao me ver cometer erros e consertá-los, e ao ver como peço o que preciso e falo sobre como me sinto.

Quero que você conheça a alegria, para que juntos pratiquemos a gratidão.

Quero que você sinta alegria, para que juntos aprendamos a ser vulneráveis.

Quando a incerteza e a escassez baterem à nossa porta, você será capaz de recorrer à ética que permeia nossa vida diária.

Juntos, choraremos e enfrentaremos o medo e a tristeza. Vou desejar livrá-lo da sua dor, mas em vez disso ficarei ao seu lado e lhe ensinarei como senti-la.

Nós vamos rir, cantar, dançar e criar juntos. Sempre teremos permissão para sermos nós mesmos um com o outro. Não importa o que aconteça, você sempre será aceito em nossa casa.

Quando iniciar a sua jornada para ser uma pessoa plena, o maior presente que poderei dar a você é amar intensamente e viver com ousadia.

Não irei ensiná-lo, amá-lo nem lhe mostrar as coisas de forma perfeita, mas eu me deixarei ser visto por você e sempre considerarei sagrado o dom de poder vê-lo verdadeira e profundamente. 

Extraído do livro A Coragem de Ser Imperfeito, Brené Brown, 2012

[08:11, 09/08/2020] Ariadne: O trecho do livro ☺️

[08:11, 09/08/2020] Ariadne: Feliz dia dos pais, papai! Você é o adulto que eu desejaria me tornar um dia. Te amo

https://youtu.be/_D6AnbB12S8

 

Soure (PA) – Ilha do Marajó - Primeira cidade no Banco da Amazônia S.A.

 

No Banco da Amazônia trabalhei também em Belém (PA), onde fui Supervisor na Direção Geral daquela importante Instituição Financeira. Este registro é para dizer que muito me honrou ter como meu superior imediato, o Auditor Gilvan Ferreira, do qual havia sido contemporâneo na Auditoria do Banco do Brasil, onde também cumpri algumas missões sob sua Gerência.

Em Soure (PA), meus Gerentes foram Adriano, Edmilson e Giuméria, os Supervisores Frank, Diogo e Rosimeire, Agrônomo Marcelo, vários vigilantes e João e Alexandre na limpeza. Fui Caixa Executivo. Os que esqueci os nomes que me perdoem, afinal já vai pra dez anos.

 

Soure é um município brasileiro localizado na zona fisiográfica da Ilha de Marajó, no estado do Pará, na Região norte do Brasil, a uma latitude 00º43'00" sul e a uma longitude 48º31'24" oeste, estando a uma altitude de 10 metros. Sua população estimada em 2016 era de 24.488 habitantes, segundo o IBGE. Foi fundada em 20 de janeiro de 1847 por Francisco Xavier de Mendonça Furtado e, está localizada a 80 km da capital paraense Belém.

topônimo tem origem na localidade portuguesa de Soure, uma antiga vila concelhia do distrito de Coimbra, que no tempo dos romanos se chamou Saurium (em latim: "lagarto").

O atual município de Soure, primitivamente era uma aldeia dos índios Muruanazes, onde na época colonial do Brail residiram alguns missionários. No século XVIII, se constituía na freguesia de Menino Deus. Em 1757, ao estado do Pará o então governador, Francisco Xavier de Mendonça Furtado, objetivando criar municípios no interior da Amazônia, assim elevando localidade à categoria de Vila com a denominação de Soure, dando-lhe assim, autonomia municipal. Em 1833 a vila foi extinta, sendo re-criada em 1847. Entretanto, o seu território permaneceu anexado ao do município de Monsaraz até 1859, quando houve a instalação do município de Soure. Após a proclamação da República (1890), foi criado o Conselho de Intendência Municipal, obtendo assim foros de cidade.

Seus limites são:

  • Ao Sul - Salvaterra - Começa na baía do Marajó, na foz do rio Paracauari, subindo por este até suas cabeceiras, desta alcança por uma reta o ponto meridional do lago Guajará.
  • A Leste - Município de Cachoeira do Arari - começa na ponta meridional do lago Guajará, o qual contorna, deixando-o para Cachoeira do Arari, até alcançar sua ponta norte: desta vai por uma reta até a foz do igarapé Jararaca, no rio Tartaruga.

Politicamente, Soure é dividido em dois distritos: Soure (sede) e Pesqueiro. O distrito-sede é dividido em oito bairros: centro (que é o principal bairro da cidade), São Pedro, Matinha, Umirizal, Pacoval, Bairro Novo, Tucumanduba e Macaxeira. O distrito de Pesqueiro, por sua vez, abriga a Vila e Praia de mesmo nome, Comunidade do Pedral, Céu, Caju-Una, e por várias fazendas. Até o ano de 1901, a cidade de Salvaterra era parte da cidade de Soure, formando assim o Distrito de Salvaterra. Mais tarde, o distrito foi desmembrado e se tornou independente, deixando de pertencer a Soure.

O município dispõe de uma importante área de preservação inserida na Reserva Extrativista Marinha de Soure.

O clima predominante em Soure é o quente e úmido, por estar próximo ao Oceano Atlântico e ao nível do mar. Tem estabilidade no tempo, embora de janeiro a maio tenha um período de chuvas abundantes. Esse período ocorre devido às massas de ar equatoriais atlântica e continental, ambas quentes, ao receberem a dominância da massa polar atlântica, que é fria.

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), desde 1961 a menor temperatura registrada em Soure foi de 17,8 °C em 30 de abril de 2016, e a maior atingiu 35 °C em 15 de dezembro de 1976. O maior acumulado de precipitação foi de 256,6 milímetros (mm) em 16 de março de 2009. Outros acumulados iguais ou superiores aos 200 mm foram: 235,3 mm em 2 de fevereiro de 1966, 212,3 mm em 1° de abril de 1995, 207,1 mm em 23 de março de 1990, 206 mm em 5 de março de 1975 e 201 mm em 10 de abril de 1995. O mês de maior precipitação foi abril de 1995, com 1.185,5 mm.

 

 

Veja mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Soure_(Par%C3%A1)

 

https://youtu.be/PgQeJ9NMPIk

https://youtu.be/g0fxbgqtX5c

https://vimeo.com/141317781

https://youtu.be/X4EdZcoJeFM

 

 

Últimas Notícias: https://www.uol.com.br/

 

 

 

Diário da Pandemia

 

 

O Diário da Pandemia

Que inventei de escrever

Jamais teve a intenção

Que não só o meu querer

De o dia a dia registrar

Pra no futuro lembrar

O que estamos a viver

 

 

Mas é preciso dizer

Aqui não vou divulgar

Notícias de tristeza

Já que quero me alegrar

E se esse meu escrever

Nem pouco alegrar você

Mal também não lhe fará.

 

 

Caros Amigos,

 

 

A partir de 22.03.2020, passei a publicar versos meus em outras situações, retornando ao assunto em pauta apenas eventualmente.

 

 

Para lê-los ou relê-los clique: https://bit.ly/tarcisocoelho

 

 

 

Obs.: Fico grato pelas visitas, inclusive a outros trabalhos lá publicados, bem como aos comentários que tiverem a bondade de escrever.

 

 

 

Abraços a todos.

 

 

Tarciso Coelho, Crato (CE), 10.08.2020.

 

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