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Contos-->11.08.2020 - Despedida de Portel (PA) -- 10/08/2020 - 21:19 (TARCISO COELHO) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
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https://youtu.be/U4f-XiFVklg

Diário da Pandemia

 

Despedida de Portel (PA)

 

Vou embora de novo

Para o querido Ceará

Lugar em que nasci

Mas pouco morei lá

Se saudades eu senti

Fico feliz ao retornar

 

 

Vou para beira do mar

Lugar mais lindo dalí

Onde o Jaguaribe emboca

Nas praias do Aracati

Lá viverei a saudade

Que sempre terei daqui

 

 

Ao Pará que me acolheu

Deixo o agradecimento

Por tudo que aqui tive

Que não terá esquecimento

Principalmente da beleza

Como vivi cada momento

 

 

Pessoas que me são caras

De mim se despedindo

Sem ter motivo pra choro

E todo mundo sorrindo

Pois se agora me vou

É porque tem alguém vindo

 

 

A Conceição minha Gerente

Digo o meu muito obrigado

Pelo reconhecimento

Do trabalho abnegado

Pois você muito contribuiu

Para o momento chegado

 

 

A todos os meus colegas

Presentes aqui ou não

Deixo o meu grande abraço

E um forte aperto de mão

Para que fique a certeza

Que vão em meu coração

 

 

Diléia, Leandro e Márcio

Vívia, Alex e Marco Antônio

Rosana, Joquebede e Caroline

Cada um busque o seu sonho

E pra reverem o amigo

Lá no Ceará me ponho

 

 

Alam, Dinaldo e Júnior

Nicinha e Teixeira

Sejam sempre felizes

No trabalho e brincadeira

Não importando o dia

Se segunda ou sexta-feira

 

 

Ivone amada minha

De mim a outra metade

Obrigado pelo carinho

E sua imensa bondade

Por isso tê-la comigo

É minha maior vontade

 

 

Assim me despedindo

Foi chegada minha hora

Pra todos chega o seu dia

Cedo ou tarde vai embora

Vou feliz pro Ceará

A minha hora é agora.

 

 

Portel, (PA), 25.08.2012

 

Tarciso Coelho

 

 

Portel (PA) – Posse no BB pela segunda vez.

 

Portel (PA)

 

Portel é um município brasileiro do estado do Pará. Localiza-se a uma latitude 01º56'08" sul e a uma longitude 50º49'16" oeste, estando a uma altitude de 19 metros. Sua população em 2016 era de 59.322 habitantes. Possui uma área de 25.384,865 km² e Densidade demográfica 2,06 hab/km².

De acordo com historiadores, as origens de Portel remontam à metade do século XVII, quando o Padre Antônio Vieira fundou no local a aldeia de Arucará, com alguns índios nhengaíbas extraídos da Ilha Grande de Joannes, passando a ser assim administrada pelos padres da Companhia de Jesus. O historiador Carlos Roque informa que no ano de 1758, Portel foi elevada à categoria de vila pelo então presidente da Província, Mendonça Furtado que, pessoalmente, instalou o seu Senado da Câmara, precisamente em 24 de janeiro daquele ano. No ano de 1786, a vila sofreu um ataque dos índios mundurucus, em que morreram alguns de seus moradores.

A localização da Aldeia de Arucará, que posteriormente tornou-se vila de Portel, e sua consolidação como povoação próspera, obedece à estratégia geopolítica da Coroa Portuguesa de ocupar as terras amazônicas que deveriam pertencer à Espanha, e assim, garantir sua posse de fato e, posteriormente, de direito. Ao norte do município, o relevo é característico da Planície Amazônica, ao passo que as regiões central e sul caracterizam-se pelo Planalto da Amazônia Oriental. A vegetação constitui-se por Floresta Equatorial Amazônica, verificando-se grande diversidade de espécimes comerciais desejáveis. Em relação ao solo, verifica-se predominância do latossolo.

 

Portel localiza-se na Mesorregião do MarajóMicrorregião de Portel. Sua extensão territorial compreende área de 25.384Km², definindo limites com os municípios de Melgaço a norte; Oeiras do Pará a leste; Itupiranga e Porto de Moz a sul e Senador José Porfírio a oeste. Dista da capital do estado (Belém) 326 km, via marítima e 27 km, via aérea.

De acordo com a lei geral de 1828, Portel teve sua primeira eleição municipal no ano seguinte, sendo eleitos oito vereadores, até 1832. Entretanto, em 1833, por decisão do Conselho do Governo da Província, Portel tem cassado o seu título de Vila, passando assim a fazer parte do território de Melgaço. Somente em 1843, Portel voltaria à condição de município autônomo, conforme o Decreto Lei n° 110, datado de 25 de outubro de 1843.

Nesta época, segundo Antonio Baena (Ensaio Corográfico sobre a Província do Pará - 2004, p. 24), o aspecto da frente da vila compunha-se de:

"[...] uma igreja de duas naves de pau, grande, pintada no teto e paredes, dedicada a Nossa Senhora da Luz, e colocada no meio de uma comprida ala de casas, umas de girau, outras disformes, negras, e arruinadas [...]", e sua população compunha-se de "[...] 2.170 brancos, indianos, e mamelucos, com 80 escravos [...]" com a maioria vivendo no interior.

Sobre o modo de vida destes habitantes Baena descreve que:

"[...] exercitam a mesma lavoura dos do Termo de Melgaço; e são como esses remissos em empregar os seus esforços para desempeçar os igarapés, que habitam, dos madeiros, que o tempo neles lança; e assim os deixam abandonados à natureza sem advertirem que deste abandono devem resultar os danos, que estão sofrendo, e que vão continuando e diminuindo a sua capacidade para a navegação interna do país". (BAENA - 2004, p. 248).

Em 1864, o naturalista Domingos Ferreira Pena visitou a localidade e descreveu que Portel possuía 84 casas distribuídas em quatro ruas e oito travessas, e que na frente havia uma longa ponte de madeira que avançava para a baía, para embarque e desembarque de cargas.

Segundo este viajante, à esquerda desta ponte encontrava-se a única casa de sobrado existente, onde se reunia a Câmara Municipal. Ferreira Pena observou que a Igreja matriz existente era toda feita em madeira, e que seria a mesma construída pelos Jesuítas, no início do Século XVIII, onde se destacava no teto presença ainda de "[...]primitivas pinturas representando várias cenas referidas nos Santos Livros, cada uma com sua inscrição apropriada." (PENA - 1973, p. 108). (Antônio Sadinael - Matas: Outros 600 na Mesorregião Portel, 2008)

 

Possui uma agência dos Correios (ECT), telefonia fixa (Oi) e celular (com as operadoras: TIM, Vivo, Oi e CLARO) e internet: (BS-Informática e vicnet), televisão: TV Liberal, TV Cultura do Pará Rádio: Radio Arucará FM,Radio Portel Publicidade e Rádio Nª sª da Luz

 

 

Veja mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Portel_(Par%C3%A1)

 

https://youtu.be/s8yQUvT8zk0

 

Últimas Notícias: https://www.uol.com.br/

 

 

 

Diário da Pandemia

 

 

O Diário da Pandemia

Que inventei de escrever

Jamais teve a intenção

Que não só o meu querer

De o dia a dia registrar

Pra no futuro lembrar

O que estamos a viver

 

 

Mas é preciso dizer

Aqui não vou divulgar

Notícias de tristeza

Já que quero me alegrar

E se esse meu escrever

Nem pouco alegrar você

Mal também não lhe fará.

 

 

Caros Amigos,

 

 

A partir de 22.03.2020, passei a publicar versos meus em outras situações, retornando ao assunto em pauta apenas eventualmente.

 

 

Para lê-los ou relê-los clique: https://bit.ly/tarcisocoelho

 

 

 

Obs.: Fico grato pelas visitas, inclusive a outros trabalhos lá publicados, bem como aos comentários que tiverem a bondade de escrever.

 

 

 

Abraços a todos.

 

 

Tarciso Coelho, Crato (CE), 11.08.2020.

 

 

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