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cronicas-->PÓS-NAMORADOS - AS JORNALISTAS - PARTE II -- 07/11/2008 - 17:02 (Alberto Batista) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
PÓS NAMORADOS
AS JORNALISTAS
PARTE II

EXTRA!EXTRA!EXTRA! Esse é o grito, mas conhecido de um país, quando o assunto é noticia importante de um jornal, as chamadas portas de entrada, através dos moleques anunciam a noticia principal de um fato ocorrido de um jornal. A grande noticia que eu quero citar nesta cidade é o aniversario de uma jornalista que fora encontrada descapitalizada pelo sistema de pagamento estadual.
Pois bem, novamente estamos numa mesa de bar da mulher de verdade, e com ela os boêmios, jornalistas e conhecidos da jornalista aniversariante. Breja vem! Breja vai! Acompanhada de boa musica, exagerando na madrugada afora (era a intenção), conversando sobre as mais diversas rodinhas de mesa de bar, mas... Para quebrar a boa relação que houvera naquela situação alguém de outra mesa pede a tal de calipso, seguido de avião, helicóptero, jato etc. uma tendência desentoada da musica forrozada.
Desentoar? Quem disse? Quando? O que? Como? A retórica de uma boa jornalista, alias três jornalista é sempre tirar de letra, qualquer situação malfadada, deixando o papo rústico incompleto de letrinha cheia de irreverência machista. Veja bem, o papo refinado estar ligado dentro de uma cultura controvérsia ou a favor da boa noticia que interliga outros assuntos como religião, economia, política e tendo espaço para um paquerazinha.
Ação da imprensa é dinàmica, alternativa e sóbria, cuja língua que exerce sobre os leitores desencadeia numa revolução ou em novos caminhos da ciência, no caso de São Luis a sua rebeldia genuína, que hoje é utilizada de forma destorcida e comprada.
Após tantos discursos, inflamações poéticas e dizeres alcoólicos é chegada à hora santa do "São Chico Buarque de Holanda", cantor, compositor, conquistador das mulheres intelectuais e prontas a darem seu suor a ele. Pois bem, esqueçamos esta parte do nosso "santo homem" vivo que canta assim... "Vai passar essa canção popular". Minha hora também estava chegando, não só a minha, mas também dos outros da mesa. E elas (jornalista) que estavam avaliando cada um dos homens que estavam conversando sobre variados assuntos, para então assim, tomarem coragem de espírito e deixar passar alguns de nós em suas bocas e línguas, após tanta conversa.
Meus amigos e minha amigas, a jornalista que qual gostou da minha conversa é bem retraída e observadora ao som de regae da maranhensidade nós dançamos e beijamos de verdade, tudo por uma brincadeira do quase, fingir que vai beijar e não beija, fingir que vai beijar na boca, na hora H beija a bochecha e ai fingimento vai, fingimento vem ai então!... Beijo na boca e bem lascivo.
Não sei se a noticia que publiquei no meu jornal da cronicidade valeu a pena, meus caros leitores sei de uma coisa que minha vida pós-namoradora foi bem gostosa nesse dia. Que aniversario magnífico e bem comemorado, viva a aniversariante, viva as jornalistas, viva a vida, viva Roberto Benini e viva a todos da boa escrita, encerro esta parte assim... Oh! Meu São Gonçalo, vida e ternura.


Alberto Batista
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