Usina de Letras
                                                                         
Usina de Letras
197 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 

Artigos ( 59109 )

Cartas ( 21236)

Contos (13108)

Cordel (10292)

Crônicas (22195)

Discursos (3164)

Ensaios - (9435)

Erótico (13481)

Frases (46496)

Humor (19274)

Infantil (4456)

Infanto Juvenil (3718)

Letras de Música (5478)

Peça de Teatro (1337)

Poesias (138219)

Redação (3051)

Roteiro de Filme ou Novela (1060)

Teses / Monologos (2427)

Textos Jurídicos (1945)

Textos Religiosos/Sermões (5519)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Contos-->12.08.2020 - Aracati -- 11/08/2020 - 18:46 (TARCISO COELHO) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
.

https://youtu.be/2hqtXBlOUaU

 

Diário da Pandemia

 

“Vou para beira do mar

Lugar mais lindo dalí

Onde o Jaguaribe emboca

Nas praias do Aracati

Lá viverei a saudade

Que sempre terei daqui”.

 

Tarciso Coelho

 

Aracati (CE) – Segunda cidade no BB depois de aposentado.

 

Aracati, "Terra dos Bons Ventos", é um município do estado do Ceará, no Brasil, a 150 km da capital cearense Fortaleza, fundada em 11 de abril de 1747, teve o núcleo urbano sede do município tombado em 2000 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) como patrimônio nacional. É a terra onde nasceu o Revolucionário Eduardo Angelim, e também o romancista Adolfo Caminha, o primeiro bispo cearense, Dom Manuel do Rego Medeiros, o abolicionista Dragão do Mar, o ator Emiliano Queiroz e o pianista clássico Jacques Klein.

Aracati teve sua população estimada em 74.547 pelo IBGE em 2019 e segundo o Ministério do Trabalho a cidade ficou em 8ª no Estado em geração de empregos formais(Referência: CAGED 2019. Acesso em: 28 de jan. de 2020.http://pdet.mte.gov.br/caged). A cidade é um polo econômico de serviços, que conta com mais de 3.000 pontos comerciais, destaca-se principalmente por ser uma das cidades mais visitadas da região. De 2017 em diante a gestão municipal tem investido principalmente em grandes eventos de todas as áreas, além de infraestrutura e paisagismo. Revitalizado a Clássica Av. Coronel Alexanzito, conhecida como Rua Grande entre outros patrimônios históricos tombados com arquitetura portuguesa. Aracati também está em 2º lugar no Ceará em número de leitos disponíveis para o turismo.

Durante anos a cidade vem recebendo empreendimentos de grande porte nos ramos de: sucos, pescado, calçados, Energia eólica, estabelecimentos comerciais, hotéis e pousadas, o Aeroporto Dragão do Mar e O Centro de Manutenção e Operações de Aviões da TAM.

O Centro de Manutenção da TAM foi inaugurado em setembro de 2014, graças a pareceria entre Governo do Estado e TAM e pensado como uma opção, longe do Sudeste, para manutenção de aeronaves particulares principalmente das regiões Nordeste e parte do Norte do país.

Aracati também é conhecida nacionalmente como o melhor Carnaval do Ceará e conta com o tradicional Carnaval de Rua com blocos, o de praia e o de Carnaval de Trio Elétrico na Avenida Cel. Pompeu onde a última gestão tem investido em ritmos diversos.

Aracati também é muito conhecido pelas suas Praias como: Praia de Canoa Quebrada, Majorlândia, Quixaba, Lagoa do Mato e Retirinho; sendo as duas últimas praias locais de grandes belezas naturais e bastante reservadas.

O topônimo Aracati vem da língua tupi. Significa "ar bom, tempo bom", pela junção de ara (ar, tempo) e katu (bom). Conhecida inicialmente no pequeno Arraial de São José dos Barcos do Porto dos Barcos do Jaguaribe, depois elevada à categoria de Vila com o nome de Santa Cruz do Aracati, hoje cidade do Aracati.

Os primeiros habitantes das terras de Aracati, os índios Potyguara, provavelmente entraram em contato com os europeus em 2 de fevereiro de 1500, através do navegador espanhol Vicente Yáñez Pinzón, que aportara no local denominado Ponta Grossa ou Jabarana, segundo o historiador Tomás Pompeu de Sousa Brasil.

Pero Coelho de Souza, durante a expedição contra os franceses que haviam invadido o Maranhão, ergueu, a 10 de agosto de 1603, às margens do Rio Jaguaribe, o Fortim de São Lourenço. A sua permanência deu origem ao povoado de São José do Porto dos Barcos, sucessivamente, Cruz das Almas e Santa Cruz do Aracati.

Aracati tornou-se um ponto de apoio militar. Várias edificações foram construídas: Bateria do Retiro GrandePresídio da Ponta GrossaPresídio de Coroa QuebradaPresídio do Morro de Massaió e outras.

A ocupação definitiva de Aracati teve início com o funcionamento das oficinas ou charqueadas do Ceará, que foram responsáveis por possibilitar a competitividade da pecuária no estado, tendo em vista os privilégios da Zona da Mata pernambucana com a cultura canavieira. Aracati transformou-se então em produtor de carne seca e no principal porto de exportação deste produto para as regiões canavieiras, além de continuar a ser um ponto de apoio militar (Fortim de Aracati), agora com o intuito de proteger o porto, as transações comerciais e os habitantes contra os ataques de índios como os Payacu.

A possibilidade de abate e conservação da carne, através do charque, foi a principal responsável pela ocupação e desenvolvimento das terras do Ceará. Por volta de 1740, já existiam oficinas em Aracati, inicialmente no pequeno Arraial de São José dos Barcos do Porto dos Barcos do Jaguaribe, depois elevada à categoria de Vila com o nome de Santa Cruz do Aracati, hoje cidade do Aracati. O comércio de carne e couro atraía abastados senhores de locais diversos. Aracati manteve-se por longo tempo como a localidade de maior influência de formação econômica, social e política do povo cearense.

Com o crescimento do povoado, no local, em 1714, foi erguida uma capela e, em 1743, foi instalado um juízo e tabelião local.

Já em fins do século XVIII, Aracati se transformara, juntamente com as vilas de São Bernardo das Russas e Icó, na praça de negócios mais desenvolvida do Ceará.

 

 

Veja mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Aracati

 

https://youtu.be/bHFAd3NtgTE

 

 

Últimas Notícias: https://www.uol.com.br/

 

 

 

Diário da Pandemia

 

 

O Diário da Pandemia

Que inventei de escrever

Jamais teve a intenção

Que não só o meu querer

De o dia a dia registrar

Pra no futuro lembrar

O que estamos a viver

 

 

Mas é preciso dizer

Aqui não vou divulgar

Notícias de tristeza

Já que quero me alegrar

E se esse meu escrever

Nem pouco alegrar você

Mal também não lhe fará.

 

 

Caros Amigos,

 

 

A partir de 22.03.2020, passei a publicar versos meus em outras situações, retornando ao assunto em pauta apenas eventualmente.

 

 

Para lê-los ou relê-los clique: https://bit.ly/tarcisocoelho

 

 

 

Obs.: Fico grato pelas visitas, inclusive a outros trabalhos lá publicados, bem como aos comentários que tiverem a bondade de escrever.

 

 

 

Abraços a todos.

 

 

Tarciso Coelho, Crato (CE), 12.08.2020.

 

 

Comentários

O que você achou deste texto?        Nome:     Mail:    

Comente: 
Perfil do AutorSeguidores: 6Exibido 78 vezesFale com o autor