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Cronicas-->Exército tem vergonha de sua História! Covardes! -- 10/11/2008 - 22:18 (Félix Maier) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
O GLOBO

Golpe de 1964 não entra nas cartilhas de História

Livros didáticos são editados pelo Exército; escola, no entanto, já tem aulas até de balé

BRASíLIA. Falar do golpe de 1964 é um tabu nos colégios militares. Nas turmas de ensino fundamental, os livros didáticos de geografia e História são editados pelo próprio Exército. No médio, as escolas usam os disponíveis no mercado.

Em Brasília, o coordenador de História no 7º ano do ensino fundamental, tenente Gustavo Porto, diz que há um esforço pela neutralidade:

- Nem revolução, nem golpe, chamamos de movimento. A gente não está aqui para defender a ideologia de ninguém, só ensinar história.

O diretor de Ensino Preparatório e Assistencial do Departamento de Ensino e Pesquisa do Exército, general de divisão Marco António de Farias, afirma que essa é a orientação:

- Buscamos sempre o enfoque histórico do fato, sem qualquer tipo de exploração ou proselitismo político.

O coronel reformado Luiz Alberto Pizarro, que leciona no 1º ano do ensino médio, conta que há alunos com medo de fazer perguntas. Outros repetem opiniões que ouviram dos pais, contrárias às Forças Armadas.

- Com certeza é um pai que teve algum prejuízo com a revolução de 1964 - diz Pizarro.

Mas nem tudo é rigor na rede militar. A escola em Brasília edita um livro com poesias dos alunos. E o tema é livre. Vale até falar do primeiro beijo.

Em 1989, os colégios passaram a matricular meninas, após um século de existência. O machismo começa a ser quebrado: em Brasília, são oferecidas aulas de balé. Dos 150 alunos, dez são homens. O estudante de ensino médio Pedro Haluch Pino, de 16 anos, é um deles:

- Tem quem faça brincadeiras, tem gente com preconceito. Já me acostumei, os professores dão força - diz Pedro.

O diretor do colégio, coronel Wagner Oliveira Gonçalves, acompanhou o grupo de dançarinos este ano a um festival em Joinville. Ele diz que o ensino militar busca desenvolver os "atributos da vida afetiva".


Obs.: Enquanto o Exército deixa de ensinar o que houve, a esquerda se aproveita da covardia idiota dos militares sebentos para ensinar o que não houve (F. Maier).


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