Usina de Letras
Usina de Letras
24 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 62472 )
Cartas ( 21336)
Contos (13274)
Cordel (10453)
Crônicas (22547)
Discursos (3241)
Ensaios - (10468)
Erótico (13578)
Frases (50857)
Humor (20082)
Infantil (5499)
Infanto Juvenil (4821)
Letras de Música (5465)
Peça de Teatro (1377)
Poesias (140896)
Redação (3323)
Roteiro de Filme ou Novela (1064)
Teses / Monologos (2437)
Textos Jurídicos (1962)
Textos Religiosos/Sermões (6247)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Poesias-->Dos Sonetos de Orfeu II: 18 -- 23/08/2001 - 23:01 (Elpídio de Toledo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
De Rilke



















..........................................................................................................................................................................





Bailarina: Oh, tu, dedicação,

Tudo se dissipa no movimento: como a ofereces.

E o rodopio final, esta árvore de movimento

Não surrupiou totalmente o ano disponível?



Não florias, pois teu vibrar um pouco mais envolveria

Repentinamente, tua copa de silêncio? E sobre ela

Não era Sol, não era verão, o ardor

Deste incomensurável calor de ti?



Mas, ele criou também, ele criou, sua árvore de êxtase.

Não serás o seu tranquilo fruto: o cântaro,

Maduro, riscado, e o vaso amadurecido?



E, nos quadros, não ficou o desenho

Que tua negra sobrancelha puxada

Descreveu numa rápida metamorfose do teu próprio giro.





Seja qual for o desenho interno a que reduzes-te

(até mesmo, um momento de sofrimento na vida)

Sinta que todo o glorioso tapete foi compreendido.









*************************************



II:18

Tänzerin: o du Verlegung

alles Vergehens in Gang: wie brachtest du’s dar.

Und der Wirbel am Schluss, dieser Baum aus Bewegung,

nahm er nicht ganz in Besitz das erschwungene Jahr?



Blüthe nicht, dass ihn dein Schwingen von vorhin umschwärme,

plötzlich sein Wipfel von Stille? Und über ihr,

war sie nicht Sonne, war sie nicht Sommer, die Wärme,

diese unzählige Wärme aus dir?



Aber er trug auch, er trug, dein Baum der Ekstase.

Sind sie nicht seine ruhigen Früchte: der Krug,

reifend gestreift, und die gereiftere Vase?



Und in den Bildern: ist nicht die Zeichnung geblieben,

die deiner Braue dunkler Zug

rasch an die Wandlung der eigenen Wendung geschrieben?



Welchem der Bilder du auch im Innern geeint bist

(sei es selbst ein Moment aus dem Leben der Pein),

ühl, dass der ganze, der rühmliche Teppich gemeint ist.





Comentarios
O que você achou deste texto?     Nome:     Mail:    
Comente: 
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui