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Cronicas-->Oh mia patria si bella e perduta! -- 25/11/2015 - 11:25 (Félix Maier) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
“Oh mia patria si bella e perduta!”
(“Oh minha pátria tão bela e perdida!”)
 
Aileda de Mattos Oliveira (*)
 
Giuseppe Verdi (século XIX) estreia a ópera “Nabucco”, referência ao rei da antiga Babilônia, Nabucodonosor. Nela, destaca-se “Va Pensiero”, de onde retiramos a frase, pungente lamento, em coro, dos escravos hebreus, numa alusão ao que ocorria na Itália, dominada pelos austríacos. Verdi deixou, metaforicamente, o seu recado, e a melodia, foi transformada num hino patriótico de um povo desejoso de ver a sua terra unida e livre.
Escolhemos essa expressão de profundo sentimento e dor, como título do artigo, por reproduzir o retrato do Brasil, despojado de seus valores espirituais e morais, usurpado nos seus valores materiais, por antibrasileiros, mercenários, representações do mal, adoradores do Dinheiro, ídolo ao qual se curvam, subjugados. O objetivo que os move é tornar todos os brasileiros à sua semelhança pela destruição do acervo educacional e extermínio da herança cultural e histórica do país.
Se o Brasil não está sob o domínio físico de legiões estrangeiras, está, porém, sob a imposição de uma ideologia elaborada por cérebros doentios de outras origens, mas disseminada por cérebros não menos enfermos, o que significa, igualmente, uma intervenção na nossa soberania.
Temos que reavê-la. A soberania quem nos deu foram homens que não pouparam a vida para defendê-la, embora este povo, mal-agradecido, sem horizonte, nada faça para mantê-la e, certamente, nem conhece a sua existência. Ignora ele, hipnotizado pelo cartão mensal, que permanece escravizado à prestidigitação governamental.
Então, façamos nós, que temos consciência da realidade e sabemos ser imperioso retirar o agente infeccioso do poder, pela alta virulência corruptiva de seus atos.
Precisamos de união para combater, nas várias trincheiras da oposição, as criaturas malignas, que em bloco, cumprem a missão de desfigurar o país, destroçando-o e levando-o à condição de terra arrasada.
Falta-nos a unidade magnética da força do pensamento. Falta-nos a autoconfiança que nos dá o poder de argumentação e de persuasão. Falta-nos assumir, efetivamente, a identidade nacional para nos congregarmos e transformarmos o Brasil numa grande NAÇÃO. Falta-nos o despojamento da vaidade e a substituição do ‘eu’ pelo ‘nós’. Falta-nos a unidade de ação com seriedade nas decisões. Que não transformemos as palavras de ordem em meras repetições alienadas!
Falta-nos, ainda, fazer oposição somente com a vontade dos verdadeiros brasileiros sem aproximação com políticos e partidos, desejosos, apenas, de se alimentarem da nossa força para eles próprios se fortalecerem. Temos que nos livrar deles, definitivamente. A parte consciente do povo deve somente se ombrear a outros membros com ideais de brasilidade para que recuperemos o Brasil, retirando-o das mãos imundas dos guardiões e guardiãs da caverna do atraso em que querem sepultar o país.
Temos, de imediato, de tomar posse do Brasil, a nossa pátria, tão bela e perdida, livrando-o desse antro úmido e escuro, para recuperá-lo em toda a sua plenitude.
 
(*) Dr.ª em Língua Portuguesa. Vice-Presidente da Academia Brasileira de Defesa
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