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Cronicas-->o Diário do Olavo: impeachment, STF, ciência, ... -- 12/05/2016 - 13:13 (Félix Maier) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos

3m

Olavo e os netos Isaac e Jack: "Três moleques extasiados com "A Dama e o Vagabundo".


(Notas selecionadas e organizadas por Edson Camargo, editor-executivo do MSM.)


A verdade tem de ser dita em linguagem simples, direta, material e visível, sem hiperbolismo histérico nem eufemismos castradores.

*

Não tenho dúvida de que hoje farão justiça: os bandidos condenarão a bandida trapalhona que fodeu com a roubalheira toda.

*

Parlamentarismo, no Brasil, é apenas um expediente de ocasião para tirar do caminho algum político incômodo, como João Goulart em 1962 e o Bolsonaro agora.

*

Foi contra “a Dilma” que o povo saiu às ruas em março de 2015? Não. Foi contra:

a) eleição fraudulenta com apuração secreta;
b) farta distribuição de dinheiro público à classe política praticamente inteira;
c) existência de partidos políticos filiados ao Foro de São Paulo;
d) negócios de pai para filho inventados para salvar ditaduras comunistas moribundas;
e) sistema educacional corrupto que imbeciliza as nossas crianças;f) propaganda comunista nas escolas;
g) política de proteção aos bandidos, para que matem setenta mil dos nossos compatriotas por ano;
h) proteção oficial aos narcotraficantes das Farc;
i) ideologia de gênero;
j) abortismo desenfreado;
k) doação incontrolável de terras brasileiras a ONGs estrangeiras;
l) apoio e ajuda financeira do governo aos quadrilheiros armados do MST;
etc. etc. etc.

Ai vêm os gênios do MBL e dizem: “Vamos começar tirando a Dilma. Vai demorar só um pouquinho. Depois a gente vê o resto.”

*

Os mebelês abortaram uma revolução e pariram uma embromação.

*

Mais urgente do que "tirar a Dilma" é dar às incelenças do STF o tratamento humilhante que se dá aos mensaleiros. Enquanto aquelas criaturas não sentirem que ninguém as respeita, que não têm autoridade nenhuma, vão continuar dando golpe atrás de golpe, traindo a confiança do povo dia e noite, incansavelmente.

*

Recorrer às "instituições" para que livrem você da Dilma é recorrer a um leão faminto contra a ameaça de um bicho-de-pé.

*

Teoriza Vacas e similares são UM MILHÃO DE VEZES mais perigosos do que a Dilma.

*

“Instituições”, por definição, só existem para deixar tudo como está. Elas só consentem em mudar o estado de coisas quando alguém as OBRIGA a fazer isso.

*

A Universidade Federal de Passo Fundo está ensinando aos seus aluninhos “como argumentar com os fascistas” — entre os quais me inclui. Prudentemente, ela se abstém de vir argumentar com ESTE fascista e prefere falar dele lá longe, em Passo Fundo. Há décadas esses professores de “argumentação antifascista” fogem de discutir comigo e só ficam se fazendo de gostosos nas salas de aula, arrotando ante devotos coroinhas uma superioridade que jamais se aventuram a testar.

*

Você aceitaria um treinador de boxe que nunca subiu num ringue? Um instrutor de pilotagem que nunca entrou num avião? Um guia de caça que só viu bichos no zoológico? No entanto os espertíssimos alunos das nossas universidades aceitam lições de "como debater com fascistas" dadas por professores que nunca debateram com NINGUÉM, que fogem disso como criança foge de injeção e que, quando alguém lhes propõe um debate, já pulam fora alegando: "Não aceitamos provocações fascistas".

*

Cientistas são os principais aliados e servidores da elite globalista que paga os seus salários, financia as suas pesquisas e subsidia a compra dos seus equipamentos bilionários. A tarefa essencial deles consiste em três coisas: (a) descobrir a verdade; (b) contá-la aos seus patrocinadores: (c) escondê-la do restante da humanidade, colocando em lugar dela alguma história da carochinha solidamente alicerçada em números. Isso é LITERALMENTE ASSIM.

*

Praticamente toda "pesquisa científica" que seja amplamente divulgada na mídia, incorporada ao senso comum da opinião pública e transformada em fundamento racionalizador de novas leis e regulamentos É FALSA. As verdadeiras só saem em publicações que, de tão especializadas, são quase esotéricas.

Flávio Souza: Teria um exemplo prático?


Olavo de Carvalho: Desde que a OMS começou a incentivar a classe médica a dar o tabagismo como "causa mortis" de todo fumante que bata as botas, independentemente de qualquer exame comprobatório, as estatísticas a respeito alardeadas na mídia não valem mais nada. Estatísticas sobre Aids são também enganosas, porque orientadas politicamente. "Provas científicas" do aquecimento global idem. Etc. etc. etc.


*

Os ensinamentos de René Guénon sobre o simbolismo e a teoria da “unidade transcendente das religiões” de F. Schuon, bem como seus inúmeros prolongamentos nas obras de milhares de autores “tradicionalistas”, permitem que hoje uma reduzida elite intelectual islâmica domine “por cima” as elites intelectuais de todas as religiões, incluindo desde o catolicismo e o judaismo até as religiões tribais africanas. É um poder imenso, que se gaba de ser de ordem puramente espiritual e alheio à política, mas cujos efeitos políticos devastadores são visíveis a olho nu. Duvido que haja entre intelectuais cristãos algum capaz de absorver todo esse material e reverter o processo. O Islam já está em plena guerra de ocupação e ninguém até agora tentou sequer enfrentá-lo no campo intelectual.

*

O segredo do sucesso de muçulmanos e comunistas contra as elites ocidentais é um só: superioridade intelectual. Não que sejam grandes gênios, mas têm uma visão estratégica de longo prazo que a maior parte dos intelectuais do Ocidente, infectada de positivismo até à medula e confiante no poder absoluto da tecnologia, não entende nem pode entender.

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Para a quase totalidade das classes falantes no Ocidente, alegar contra um candidato a sua filiação religiosa é racismo: as duas esferas devem permanecer rigidamente separadas. Para o Islam, onde política e religião são exatamente a mesma coisa, isso é uma oportunidade de ouro: pode-se impor uma hegemonia religiosa sem que a nação ocupada dê a si mesma o direito de dizer uma só palavra contra isso.

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O prefeito muçulmano de Londres é favorável ao casamento gay. Para a mentalidade liberal, isso indica que ele é um “moderado”. Mas, na cabeça dele, é só um sinal de quanto é gostoso poder impor uma camisa-de-força politicamente correta ao adversário sem ter de ficar preso nela também.

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Se uma sociedade morre de medo de dizer uma palavrinha desagradável sobre os gays e a sua concorrente não tem a menor inibição de matá-los, é óbvio que esta tem todo o interesse de fomentar aquele medo na primeira.

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O muçulmano pode sacrificar esta vida por objetivos de longuíssimo prazo porque tem a perspectiva do paraíso com suas setenta virgens; o comunista, porque tem a miragem da sociedade perfeita que se agita diante dele e o atrai para a frente como uma cenoura de burro. O homem ocidental tem no máximo a esperança de um carro novo ou da próxima trepada, na qual nenhum sacrifício faz sentido. A diferença da escala temporal entre a mente dele e a de seus dois inimigos é monstruosa e intransponível. O cristianismo poderia restaurar nele o senso de uma meta dourada para além desta vida, mas está mais empenhado em parecer bonzinho. E aqueles nos quais ainda resta um pouco do velho espírito cristão gastam toda a sua energia no esforço de controlar seus impulsos sexuais (bem como os do vizinho).

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Em décadas e décadas de missas assistidas e sermões ouvidos, só úma única vez, e nos anos 70 do século passado, vi um padre descrevendo a imagem do paraíso e da vida futura. Assim não dá.

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Curso de Olavologia, lição 1: A capacidade de transitar entre o discurso lógico-filosófico rigoroso e os mais loucos paradoxos do humorismo denota alto domínio do idioma, porém exige leitores que tenham -- ou desenvolvam no curso da própria leitura -- uma certa elasticidade de imaginação. Os demais se sentirão confusos, chocados ou irritados. Por isso é que digo: dos meus escritos e aulas, os inteligentes saem mais inteligentes, os burros saem loucos . Não faço de propósito: é a natureza das coisas.

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Aviso urgente à população brasileira: Reagir ao humor com ranhetice moralista é sinal de desequilíbrio mental.

*

A contrapelo de tantas teorias musicais modernas, que sob influência kantiana entendem a música como puros sons matematicamente ordenados, independentes das emoções que possam despertar no ouvinte, a mim me parece evidente que essa concepção é uma amostra típica do pensamento metonímico. Os sons assim considerados só existem como entes de razão, já que ALGUMA emoção virá sempre com eles, não só na alma do ouvinte, mas do próprio executante, e só pode ser separada deles na mente, não na realidade. Concretamente falando, a música é sempre uma seqüência ordenada de emoções conduzidas por uma seqüência de sons planejada para isso. A satisfação "puramente intelectual" do músico que deseja fazer abstração das emoções não é senão uma emoção entre outras possíveis.

*

O “teatro épico” de Bertolt Brecht é de cabo a rabo uma fraude. É propaganda enganosa. Desligar o espectador da mágica do espetáculo mediante um “distanciamento crítico” não é de maneira alguma libertá-lo de uma ilusão. O distanciamento crítico, por definição, tem de vir APÓS o espetáculo, tomando-o como objeto de reflexão. Misturar as duas coisas no corpo mesmo do espetáculo é aprisionar antecipadamente a reflexão, forçando conclusões que o espectador deveria tirar por si mesmo depois. É forçar cada um a pensar como Bertolt Brecht, induzindo-o a crer que está pensando por si próprio.

*

A perfeição de Nosso Senhor Jesus Cristo não é relativa a uma cultura ou a um tempo. É absoluta, supratemporal e universalmente válida.
Quero ver quem mais passa por esse teste.

*

Nosso Senhor Jesus Cristo praticou alguma ação que possa ser considerada criminosa, imoral ou desumana pelos critérios de hoje, e que tenha de ser justificada retroativamente pelos "padrões culturais da época"?

Agora façam a mesma pergunta quanto ao fundador do Islam.


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